Atualmente, 13 pré-candidatos disputam o Palácio do Planalto, mas a maioria ainda negocia a composição das chapas majoritárias

Faltando menos de três meses para o primeiro turno de 2026, a escolha do vice continua em aberto para quase todos os pré-candidatos à Presidência da República. Até esta quinta-feira (2/7), apenas duas chapas presidenciais oficializaram o nome do companheiro de disputa.

Ao todo, 13 nomes já se colocaram na disputa pelo Palácio do Planalto. Mas nada está cravado ainda. As candidaturas só saem do papel depois das convenções, que começam em 20 de julho, e do registro no Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

Com a data chegando, a expectativa é que as conversas sobre as vices acelerem nas próximas semanas.

Nessa quarta-feira (1º/7), o presidente nacional do PSD, Gilberto Kassab, foi anunciado como vice na chapa do ex-governador Ronaldo Caiado (PSD). Antes disso, apenas o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) já havia confirmado o nome que o acompanhará na disputa pela reeleição.

Entre no canal de WhatsApp do Metrópoles Em março, Lula anunciou que manterá o vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB) como companheiro de chapa.

No PL, a vaga segue sem dono. Como noticiou o Metrópoles, o senador Flávio Bolsonaro (PL) enfrenta dificuldades para definir quem ocupará o posto. A preferência do parlamentar é por uma mulher.

A estratégia é tentar agradar três partidos do Centrão: Republicanos e a federação União Brasil-Progressistas. Hoje, o nome mais forte é o da ex-presidente da Caixa, Daniella Marques, do Republicanos. A escolha ajudaria a garantir o apoio do partido de Marcos Pereira.

O problema é que essa aposta pode afastar a federação União Brasil-Progressistas. Para tentar equilibrar, a senadora Tereza Cristina (PP-MS) aparece como plano B. No entanto, outros nomes circulam nas conversas: a deputada Bia Kicis (PL-DF) e a deputada Simone Marquetto (PP-SP).

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