Carlo Ancelotti chegará a seu 15º jogo como técnico da seleção brasileira com sua 15ª escalação diferente.Desde a estreia, contra o Equador, em junho de 2025, o treinador mexeu na formação básica por razões distintas.No início, para testar e conhecer j
Carlo Ancelotti chegará a seu 15º jogo como técnico da seleção brasileira com sua 15ª escalação diferente. Em 14 jogos, o italiano usou 58 jogadores diferentes, sendo cinco goleiros, 10 laterais, 12 zagueiros, 14 meio-campistas e 17 atacantes.
Desde a estreia, contra o Equador, em junho de 2025, o treinador mexeu na formação básica por razões distintas.
No início, para testar e conhecer jogadores convocados com auxílio de Rodrigo Caetano e do assistente Juan, o que aconteceu na primeira lista contra Equador e Paraguai, pelas eliminatórias.
Depois, por desfalques causados por lesões. A data Fifa de março, que deveria servir para consolidação do grupo e da forma de atuar do time, teve três cortes e a ausência de Estêvão —mais tarde afastado definitivamente da seleção por outra lesão.
O resultado são 14 jogos com 14 formações diferentes.
O 15º jogo, contra a Escócia, já tem o desfalque de Raphinha, que saiu machucado no primeiro tempo do duelo com o Haiti. Ou seja, não se repetirá a formação mais uma vez.
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"São pequenos detalhes que definem por que o substituto é um ou outro jogador", respondeu Ancelotti, na entrevista coletiva após a vitória por 3 a 0 sobre o Haiti —a respeito de Rayan ou Luiz Henrique ser o substituto de Raphinha, na partida que fechará a participação do Brasil na fase de grupos da Copa do Mundo de 2026.
Esse é um problema para o técnico italiano não firmar uma base na seleção pentacampeã mundial. Neste período, Ancelotti tem variado a seleção nos desenhos táticos 4-4-2 e no 4-2-3-1. São oito vitórias, três empates e três derrotas.
Mas pode não ser um obstáculo. Há quatro anos, a Argentina foi campeã mundial usando sete escalações diferentes nos sete jogos da Copa.
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