Parecendo cansados durante todo o confronto, argentinos obtêm a classificação na prorrogação em Kansas City
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12.jul.2026 à 0h52 Atualizado: 12.jul.2026 às 2h49
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Atual campeã, a Argentina se mantém rumo ao quarto título da Copa do Mundo após bater a Suíça por 3 a 1 na madrugada deste domingo (12) no estádio Arrowhead, em Kansas City, e se garantir entre as quatro semifinalistas da competição.
Foi o primeiro jogo em que o craque Lionel Messi não marcou gols, mas ele foi o maestro da equipe que passou de dominada a dominante no jogo para garantir a vitória, com gols de Mac Allister, Julián Alvarez e Lautaro Martínez. Ndoye marcou pela Suíça.
Nas semifinais, os argentinos enfrentarão a Inglaterra, que passou pela Noruega por 2 a 1 em Miami. O confronto será na quarta-feira (15), às 16h (de Brasília).
Na partida, os argentinos usaram uma tarja preta no braço direito em luto pela morte aos 89 anos de Antonio Ubaldo Rattín, conhecido como El Rata, uma das maiores lendas do futebol argentino e do Boca Juniors, tendo sido o capitão da seleção na Copa de 1966.
Ao contrário das outras seleções que a Argentina enfrentou neste Mundial, a Suíça iniciou o jogo pressionando a saída de bola e tentando encontrar espaço para finalizar.
Mas bastou Messi tocar na bola para a Alviceleste chegar com perigo. Aos 8min, o camisa 10 cobrou escanteio da direita e a bola raspou a cabeça de Mac Allister, bateu em Embolo e saiu novamente pela linha de fundo.
Na nova cobrança, a jogada ensaiada deu certo, e Mac Allister acertou a cabeçada no canto esquerdo de Kobel, abrindo o placar. Foi a primeira vez que a Suíça ficou atrás no placar nesta Copa.
Após o gol, o jogo ficou equilibrado, com disputas ríspidas. A Suíça conseguiu o primeiro chute apenas aos 19min, quando Sow recebeu passe de Elvedi, dominou na entrada da área e bateu no meio do gol. O goleiro Dibu Martínez agarrou firme.
Aos 31min, a Suíça teve outra boa oportunidade de empatar. Ndoye roubou a bola na lateral esquerda e lançou rasteiro para Embolo na entrada da área. Ele ganhou de Lisandro Martínez na corrida, mas antes de chegar na bola, Dibu Martínez conseguiu segurá-la, evitando a finalização.
Sem seu principal atacante, Manzambi, que não atuou devido a uma lesão no joelho esquerdo, a Suíça mostrou muita fragilidade no ataque. Mesmo com os espaços dados pela defesa rival, não conseguia encontrar espaço para uma finalização direta ao gol.
Do outro lado, com exceção do gol no escanteio, a Argentina não produziu mais nenhum lance que levasse perigo real ao goleiro Kobel.
O cenário do primeiro tempo foi uma Argentina fechada na sua defesa e a Suíça com a posse de bola (57% contra 43%), mas sem efetividade para transformar o domínio em gols. As duas seleções chutaram apenas três vezes e acertaram a meta uma vez cada uma. Sorte dos argentinos que a finalização deles foi o gol.
O segundo tempo começou com as duas equipes mais ativas no ataque, buscando acelerar as jogadas na parte final do campo. Porém, assim como a parcial anterior, os jogadores de frente continuaram sem saber o que fazer com a bola.
Na Suíça, em dois lances em que a bola chegou em condições de finalização, os jogadores sempre davam um toque a mais, deixando a defesa chegar para cortar.


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