Equipes entram em campo neste domingo (21), às 16h (de Brasília), em Los Angeles
Compartilhar matériaApontada como uma das seleções que podem ter um lugar de destaque na Copa do Mundo de 2026, a Bélgica sabe que ficou devendo na estreia, ao só empatar com o Egito. Por isso, os comandado de Rudi Garcia entram em campo, neste domingo (21), às 16h (de Brasília), pressionados diante de um Irã, que se mostrou resiliente frente à Nova Zelândia, quando teve forças para obter duas vezes a igualdade no placar;
Belgas, iranianos, egípcios e neozelandeses somam um ponto cada e sabem que um resultado nesta segunda rodada do Grupo G é essencial na briga pelas vagas na segunda fase do Mundial. Uma derrota pode levar a uma eliminação precoce na Copa.
Rudi Garcia não deve utilizar o atacante grandalhão Romelu Lukaku desde o início da partida, apesar de sua boa atuação e do gol marcado, que mudaram o panorama do jogo com o Egito.
O treinador francês conta mais uma vez com a experiência de Courtois, Doku, De Bruyne e Trossard. Desta forma, a alteração principal na equipe será na atitude para conseguir o domínio do jogo logo no início e impor um ritmo forte a ponto de pressionar a seleção iraniana em seu campo.
Com a assinatura do acordo entre Estados Unidos e República Islâmica, nesta sexta-feira (19), que distanciou os norte-americanos no conflito bélico no qual eram aliados de Israel contra o Irã, ainda são esperadas mais manifestações em Los Angeles, assim como ocorreu no jogo com a Nova Zelândia.
Los Angeles é a cidade com maior população iraniana fora do Irã, estimada em 700 mil pessoas, e muitos dos que compõem a diáspora se opõem ao regime.
Dentro de campo, Amir Ghalenoei ficou satisfeito com o desempenho do time na estreia, a ponto de repetir a escalação contra a Bélgica. O técnico acredita que o estilo de jogo belga pode favorecer o Irã, que sabe se proteger quando atacado e tem jogadores com características para realizar rápidos contra-ataques. Esta tática não pôde ser utilizada frente aos neozelandeses, donos de um jogo mais cadenciado e sem muita agressividade.
Ghalenoei espera que o experiente Taremi, de 33 anos, autor de 59 gols em 105 jogos pela seleção, faça a diferença no ataque. Em 2022 ele marcou os dois gols iranianos na derrota por 6 a 2 para a Inglaterra.


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