O câncer de pâncreas tem uma das mais altas taxas de mortalidade entre todos os tipos da doença. Pixabay O câncer de pâncreas é um dos mais letais, e a taxa de sobrevida é baixa: cerca de 13% dos pacientes estão vivos cinco anos após o diagnóstico, de acordo com dados da Sociedade Americana do Câncer. No entanto, novas terapias, como o anticorpo NP137, desenvolvido por pesquisadores franceses e associado a outros medicamentos, podem melhorar os prognósticos. O anticorpo N
O câncer de pâncreas tem uma das mais altas taxas de mortalidade entre todos os tipos da doença. — Foto: Pixabay
O câncer de pâncreas é um dos mais letais, e a taxa de sobrevida é baixa: cerca de 13% dos pacientes estão vivos cinco anos após o diagnóstico, de acordo com dados da Sociedade Americana do Câncer. No entanto, novas terapias, como o anticorpo NP137, desenvolvido por pesquisadores franceses e associado a outros medicamentos, podem melhorar os prognósticos.
O anticorpo NP 137 atua como um tratamento coadjuvante e é capaz de bloquear um dos mecanismos de resistência das células cancerígenas, explicou o pesquisador Patrick Mehlen, que liderou a equipe de cientistas do CNRS (Centro Nacional de Pesquisa Científica), do Centro Léon Bérard e da Universidade Claude Bernard Lyon 1, que realizou a pesquisa. Os resultados foram publicados em abril na revista científica Nature.
A terapia, ainda em fase de testes clínicos, poderá ser associada ao daraxonrasib, novo medicamento que promete revolucionar o tratamento contra a doença, apresentado durante o congresso da Associação Americana de Oncologia Clínica (ASCO), que ocorreu no fim de maio. A nova molécula atua nas mutações do gene KRAS, presentes em cerca de 90% dos pacientes que têm câncer de pâncreas.

