O Podemos ainda discute eventuais apoios nas eleições deste ano, mas a legenda tende a adotar a neutralidade no pleito. Leia mais (07/26/2026 - 12h00)

Editado por Fábio Zanini, espaço traz notícias e bastidores da política. Com Carlos Petrocilo e Gabriela Echenique

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O Podemos ainda discute eventuais apoios nas eleições deste ano, mas a legenda tende a adotar a neutralidade no pleito.

O partido tem sido cobiçado por pré-candidatos mais à direita, principalmente por Flávio Bolsonaro (PL) e Romeu Zema (Novo).

As conversas ainda estão acontecendo e a legenda só deve tomar uma decisão perto da sua convenção, a ser realizada no dia 2 de agosto.

A cúpula do Podemos já descartou, no entanto, compor a chapa de Zema indicando o vice do pré-candidato.

O nome do empresário Geraldo Rufino chegou a ser aventado por Zema, mas as conversas não avançaram. Rufino lançou pré-candidatura ao Senado pelo Podemos.

Tanto o Novo quanto o PL querem alianças com outros partidos para dar mais envergadura às pré-candidaturas, principalmente para garantir mais tempo de propaganda no rádio e na TV.

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Sem alianças fechadas Zema não terá tempo de propaganda nos meios de comunicação. Flávio, também sem apoio de outros partidos, terá menos tempo que o presidente Lula (PT).

O Palácio do Planalto, assim como fez com os partidos do centrão, prefere que o Podemos fique neutro na disputa porque sabe que dificilmente teria o partido no palanque de Lula.