Lionel Messi foi o grande astro da primeira etapa do torneio, tornando-se o maior artilheiro da história da Copa.
Como grande comandante da Argentina na defesa do título mundial, o astro Lionel Messi consolidou-se como o principal nome do torneio até aqui. O camisa 10 não caminhou sozinho, dividindo os holofotes com outros atacantes de elite que também exibiram um futebol de alto nível, casos do brasileiro Vinicius Jr., dos franceses Kylian Mbappé e Ousmane Dembélé e do norueguês Erling Haaland.
Mas nem só de grandes estrelas vive o torneio, e houve espaço para um herói improvável vindo de uma posição frequentemente menos valorizada. O veterano Vozinha, goleiro de 40 anos de Cabo Verde, saiu do anonimato da segunda divisão de Portugal — onde defendeu o Chaves na última temporada — para se transformar em uma celebridade da Copa, arrebatando 17 milhões de seguidores nas redes sociais.
Veja cinco grandes protagonistas que marcaram a primeira fase do Mundial.
O craque de 39 anos precisou de duas partidas em campo para pulverizar recordes e carimbar a classificação antecipada da Argentina para as oitavas de final.
Entre as marcas alcançadas nesta Copa, a principal delas colocou (mais uma vez) o camisa 10 no topo do futebol mundial: ele ultrapassou o alemão Miroslav Klose e se isolou como o maior artilheiro da história das Copas, com 18 gols em seis edições.
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Ele foi o grande nome da seleção brasileira na primeira fase do torneio. Vini Jr. provou mais uma vez que o seu futebol atinge o ápice sob o comando do técnico Carlo Ancelotti.
O atacante balançou as redes em todas as partidas do Brasil — somando quatro gols na fase de grupos — e liderou a classificação do time canarinho para o duelo eliminatório contra o Japão.
O artilheiro francês chegou ao Mundial sob forte desconfiança e críticas devido ao seu desempenho na reta final da temporada europeia pelo Real Madrid.
Dentro de campo, porém, o craque reencontrou sua melhor versão ao vestir a camisa da França. O camisa 10 anotou quatro gols na fase de grupos e se posicionou na briga pelos principais prêmios na competição, incluindo o bicampeonato mundial (ganhou a Copa em 2018).
O gigante norueguês mostrou que a seleção de seu país é totalmente dependente do seu talento. Nos dois primeiros confrontos da fase de grupos, o centroavante de 25 anos chamou a responsabilidade e foi o protagonista das vitórias sobre Senegal (3 a 2) e Iraque (4 a 1), também chegando a quatro gols na briga pela artilharia.
Na última rodada, acabou sendo poupado pela comissão técnica e assistiu, do banco, à Noruega ser goleada pela França por 4 a 1.
O arqueiro de Cabo Verde garantiu o posto de personagem mais surpreendente desta primeira fase.
Sua atuação diante da Espanha o tornou conhecido, embora não tenha sido a maior performance de um goleiro nesta Copa — posto que coube a Eloy Room, de Curaçao, em um duelo contra o Equador, quando realizou 15 defesas e segurou o 0 a 0.
Ainda assim, o carisma do cabo-verdiano contagiou o público, transformando-o em xodó de torcedores do país africano — que tem cerca 530 mil habitantes — e também de brasileiros que passaram a segui-lo no Instagram.
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