Viagem de nove dias pela Itália, conduzida pelo ex-atleta de Fórmula 1, une velocidade, restaurantes estrelados e hospedagens de altíssimo padrão
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A Driveness redefine o conceito de luxo com jornadas ultraexclusivas. Conheça a “Itália by Felipe Massa”, uma viagem inesquecível de 9 dias onde o ex-piloto de F1 é seu guia. Pilote supercarros em Monza, explore o Motor Valley, e desfrute de alta gastronomia e hospedagem. Uma experiência única por 500 mil reais a dupla.
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Resumo gerado por ferramenta de IA treinada pela redação da Editora Abril.
Associado ao poder político, a conexão com o divino e a hierarquia social, o conceito de luxo surgiu na Antiguidade, por volta de 4 000 a.C. Na Grécia e Roma Antiga, a palavra latina “luxus” ganhou outros significados, como opulência, excesso e ostentação. Bem mais adiante, na Europa dos séculos XVII e XVIII, a nomenclatura estava diretamente ligada ao poder de acumular e exibir bens materiais. Entre a posse e a exposição desmedida, o luxo contemporâneo adquiriu, ao longo dos séculos, outros sentidos. Mais do que estar ligado à propriedade de bens, ele hoje está associado à possibilidade de viver experiências diferenciadas, muitas vezes desenhadas sob medida e que pouquíssimas pessoas têm – e terão – acesso ao longo da vida. É exatamente essa ultraexclusividade a proposta da empresa Driveness, que, no lugar de oferecer simplesmente pacotes de viagens de superluxo, é conhecida por desenvolver jornadas – que se pode dizer – únicas.
E com um detalhe a mais. A operadora de turismo se especializou em unir dois universos, em geral separados, dentro do alto padrão: o das pistas, da velocidade e da engenharia automotiva com o das viagens de luxo. Neste caso, o automobilismo funciona como a porta de entrada para uma experiência que envolve hotéis icônicos e singulares, restaurantes estrelados, vinhos raros e atividades culturais diferenciadas. Tudo isso planejado para casais e duplas (pode ser pai e filho; filho com a mãe, dois amigos, etc.), em um seleto grupo de até trinta pessoas. O passo mais audacioso da Driveness, no entanto, acontece no próximo mês de outubro, entre os dias 23 e 31, com a viagem “Itália by Felipe Massa”. Isso mesmo, o ex-piloto de Fórmula 1, que correu durante oito anos pela escuderia italiana Ferrari e tem forte ligação com aquele país, ocupará pela primeira vez o posto de guia turístico. Uma vivência superexclusiva que requer também um investimento ultrasseletivo: custa cerca de 500 000 reais por dupla. “Não tenho dúvidas de que os participantes terão aquela sensação de estarem vivendo algo único, que vai ser lembrado para o resto de suas vidas. Não vejo a hora de chegar logo”, comentou à coluna, Felipe Massa (Veja outras declarações do ex-piloto no final da matéria).
Essa super viagem, conduzida por Massa, que, além de embaixador, é sócio da empreitada, terá como grande destaque o Motor Valley (Vale do Motor), famoso distrito industrial e cultural na região da Emília-Romanha, no Norte da Itália. É ali que ficam as fábricas e museus de marcas lendárias, como a própria Ferrari, Lamborghini, Maserati, Ducati e Pagani. “O novo luxo está muito mais ligado ao acesso e à experiência do que à posse. O que realmente gera valor hoje é viver algo impossível de replicar em massa”, destaca Gustavo Zschaber, a frente da Driveness e um apaixonado por automobilismo. “Nessa proposta, o Felipe Massa tem papel central. Além de acompanhar toda a jornada, ele está contribuindo com a curadoria e tendo papel fundamental para que os participantes possam vivenciar experiências restritas ao público em geral”, acrescenta Zschaber. O chef Massimo Bottura, detentor de três estrelas Michelin em sua Osteria Francescana e que já foi eleito o melhor do mundo, por exemplo, já anunciou que faz questão de receber pessoalmente o ex-piloto de Fórmula 1 e o grupo que o acompanhará.
Durante estes nove dias de Massa como guia, os participantes terão a chance de conduzir supercarros de luxo e alta performance (como Lamborghinis, Ferraris e Maseratis) por estradas cênicas. No roteiro estão, entre outros, o entorno do impactante Lago de Garda e trechos emblemáticos da Estrada das Dolomitas, com montanhas escarpadas, vales profundos e paisagens alpinas. A cereja do bolo, no entanto, é o dia em que esses viajantes deixarão de ser espectadores para terem a experiência de piloto, de fato. Em um dos templos da velocidade, o Autódromo de Monza, fechado exclusivamente para o grupo, eles dirigirão modelos GT (abreviação de Gran Turismo, que são automóveis projetados para unir velocidade esportiva e conforto) e carros Fórmula 3. O participante que melhor se sair nas pistas ainda terá a chance de pilotar um Fórmula 1. E com um pequeno detalhe: ainda terá o próprio Massa como técnico nessa aventura.
Mas a “Itália by Felipe Massa”, assim como todas as viagens desenhadas pela Driveness, faz questão de ressaltar o empresário Zschaber, têm atrações diferenciadas que agradam a todos os viajantes – mesmo aqueles que não são aficionados em experiências ao volante. Além de curtirem os trajetos por estradas espetaculares e fazer as refeições em locais ultraselecionados, vários deles estrelados, os participantes têm a chance de se hospedar em hotéis selecionados a dedo. Na região do Lago de Garda, os viajantes ficarão hospedados em um hotel de altíssimo padrão, que pertence à associação The Leading Hotels of the World, classificado como um dos mais icônicos do planeta. Em Milão, por sua vez, se hospedarão em um hotel recém-inaugurado que tem o diferencial de estar instalado em um antiquíssimo convento. A programação ainda inclui visitas a museus, vinícolas, fazendas, atelieres de alta costura – tudo de altíssimo padrão.
Criada em 2021, em Minas Gerais, pelo empresário Zschaber, a Driveness têm organizado uma média de duas viagens deste gênero por ano (os preços ficam entre 350 000 e 400 000 reais, por dupla). Sempre com a proposta de unir automobilismo, hospitalidade e curadoria de luxo, uma combinação rara entre as operadoras de turismo no Brasil. Em geral, as experiências, que têm a proposta de serem únicas, incluem ainda três pilares no quesito direção: além de incluir um autódromo local, os participantes têm a chance de fazer uma road trip por estradas espetaculares e uma a vivência off-road, dirigindo um quatro por quatro em locais especiais, como desertos ou florestas. No caso dessa viagem conduzida por Massa, com largada em outubro, essas experiências têm todos os ingredientes para ser ainda mais especiais e emocionantes.
Empolgado com a experiência de acompanhar um seleto grupo de turistas pela Itália, país que considera o melhor de todos, Felipe Massa respondeu a algumas perguntas enviadas por Veja. A seguir, a íntegra desse papo:
1-Felipe, você já esteve em diversos palcos globais e eventos corporativos, mas esta é a primeira vez que assume o papel de conduzir um grupo em uma viagem. O que o motivou a aceitar esse desafio e como enxerga a oportunidade de trocar a pressa dos paddocks pela chance de viver a Itália de forma diferente?
Tenho a certeza de que será uma experiência única, uma viagem muito exclusiva. Também aceitei porque confio muito no trabalho da Driveness. Ela levará os clientes a lugares sensacionais, entregando um serviço superexclusivo, conhecendo destinos e hotéis incríveis e indo a alguns dos melhores restaurantes do mundo. Não tenho dúvidas de que vai ser uma experiência inesquecível para todos os participantes.
2-Com a experiência de quem já pilotou os circuitos mais icônicos do mundo, acredita que as estradas da Itália também têm atributos capazes de seduzir quem gosta muito de dirigir? Por quê? Tem alguma estrada favorita no país?
Bom, na Itália existem estradas incríveis. Além de superseguras, são lugares sensacionais. A gente vai fazer uma viagem em torno do Lago de Garda, que eu gosto e já fiz muito. Mas tem outras tantas especiais, como a de Milão até Modena; de Maranello até Bolonha. Tem ainda uma que desce para Florença que é sensacional. Outro circuito que passa por lugares lindos é a que vai em direção à Costa Azul, a Mônaco. É um país que, sem dúvida, entrega uma emoção muito grande para quem dirige, não só porque suas estradas são muito bem construídas, mas também pelas belezas únicas.
3-O pacote ultraespecial deste grupo contempla a experiência em um autódromo, onde os participantes terão a chance de pilotar carros GT, de F3 e até, um deles, de F1. Como será a sua participação neste dia? Será uma espécie de “técnico” destes viajantes?
Vou estar acompanhando tudo de perto. O dia no Autódromo de Monza, seja andando num GT ou num Fórmula 3, será muito especial. Mas, claro, aquele participante que se destacar e tiver a chance de andar num carro de Fórmula 1 estará realizando um sonho. Imagino que seja o sonho de vida de todos os participantes. Pilotar este carro já será um prêmio. Para mim, tenho certeza de que se transformará também em um momento único por estar acompanhando tudo isso e ver esses participantes terem essas experiências.
4- A Itália une a alta gastronomia e a paixão pelo automobilismo de um jeito muito único e orgânico. Para você, qual restaurante ou prato italiano tem a mesma intensidade e uma “adrenalina” à altura de uma volta rápida em Monza?
Para mim, um restaurante que tem um sabor tão especial quanto o de uma volta perfeita no Autódromo de Monza, por exemplo, é o Osteria Francescana, que está no roteiro. Na minha opinião, ele é o melhor de todos, o restaurante que eu mais gosto no mundo. Massimo Bottura, além de um chef estrelado, é meu amigo. Comer lá vai ser outra experiência incrível e inesquecível desta viagem.
5-Você é uma personalidade muito conhecida na Itália, até por conta da sua história na Ferrari, por onde correu de 2006 a 2013. Costuma viajar para este país, com que frequência? O que a Itália representa na sua história?
Muito. Eu sou de família italiana, né? É uma ligação muito forte. Toda quinta-feira, por exemplo, tinha um jantar na casa da minha avó para comer e sempre macarrão. Foi o primeiro país que eu fui, foi o que corri primeiro, o italiano foi a primeira língua que aprendi. E, logicamente, sempre que posso, vou para a Itália. Para mim, é um lugar incrível: pela culinária, mentalidade, beleza… São tantas coisas, dá para ficar falando da cultura, da moda, das artes em geral. Também acho que tem a melhor comida do mundo. Em qualquer lugar que se vá almoçar ou jantar, se come bem. Eu sou brasileiro, mas a Itália é o país mais incrível que existe, na minha opinião.
6-Ao final dessa jornada de luxo e velocidade, qual é o principal sentimento ou transformação que você quer que os participantes levem na bagagem?




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