A investigação ganhou novos desdobramentos com a denúncia de outra ex-servidora em 2023, e a Polícia Civil informou que os fatos estão sendo apurados com celeridade e imparcialidade pela Delegacia Especializada de Defesa da Mulher de Cuiabá. Em março, durante uma reunião para tratar de conflitos no setor, Freitas afirmou que a servidora possuía um “espírito faccioso” e comportamento de “rebeldia”. Logo depois, ele orienta que a servidora aceite as determinações da chefia sem

Defensor público Rogério Borges Freitasfoi afastado por 60 dias após denúncias de importunação sexual feitas por uma servidora, com relatos de episódios entre 2017 e 2019. A investigação ganhou novos

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