Dê de presentePrefira a Gazeta no GoogleMensagens obtidas pela Polícia Federal mostram que o banqueiro Daniel Vorcaro determinou a produção de um levantamento sobre Milton Maluhy Filho, presidente do Itaú Unibanco. Segundo a investigação, Vorcaro buscou reunir informações sobre o executivo em meio ao avanço dos problemas enfrentados pelo Banco Master. Além disso, os diálogos indicam que a iniciativa partiu do próprio banqueiro e, por isso, reforçam uma nova linha de apuração conduzida pelos investigadores.
Enquanto a investigação avança, a PF analisa o contexto e a finalidade do material solicitado por Vorcaro. Ao mesmo tempo, os investigadores tentam identificar o alcance da ação e verificar se outras pessoas participaram da operação. Dessa forma, os novos diálogos ampliam a pressão sobre o banqueiro. E, consequentemente, fortalecem as suspeitas de que ele buscou monitorar um dos principais executivos do sistema financeiro durante a crise envolvendo o Banco Master.
A transferência de Daniel Vorcaro da Superintendência da Polícia Federal em Brasília para o 19º Batalhão da Polícia Militar do Distrito Federal, no Complexo Penitenciário da Papupa, e não para um presídio comum, em junho, não foi uma decisão burocrática de gestão de vagas. Ela aponta o reconhecimento de que o ex-banqueiro corria risco de morte pelo que sabe.
A decisão, proferida pelo ministro André Mendonça em 25 de junho de 2026, além disso, O documento registra uma preocupação que circulava havia semanas em conversas reservadas entre investigadores: eles temiam que alguém silenciasse Vorcaro antes do avanço das investigações ou que ele cometesse suicídiofoi mais que um despacho de transferência de custodiado, alertam investigadores a par das apurações. O documento registra uma preocupação que circulava havia semanas em conversas reservadas entre investigadores: eles temiam que alguém silenciasse Vorcaro antes do avanço das investigações ou que ele cometesse suicídio.
Uma promotora de justiça repreendeu publicamente uma associação em Duque de Caxias, no Rio de Janeiro, após o instrutor de um grupo de crianças citar Deus durante a abertura de um evento. “Isso é inconstitucional”, disse a representante do Ministério Público, ao ser aplaudida. Além disso, a ação foi registrada em vídeo na última sexta-feira (3) durante fórum promovido pela Associação dos Conselheiros e Ex-conselheiros Tutelares do Estado do Rio de Janeiro (Acterj). E foi criticada por especialistas em Direito Constitucional.
“Ao início do evento eu fui assolapada por uma oração evangélica”, disse a promotora, ao afirmar que, embora o fórum não fosse patrocinado pela prefeitura de Duque de Caxias, ele seria aberto ao público. E, por isso, não deveria fazer referência à religião.
Confira outros destaques do Café com a Gazeta do Povo desta sexta-feira (10):
O Café com a Gazeta do Povo vai ao ar das 07h às 10h, no canal da Gazeta do Povo no Youtube.
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