Em meio à visita do presidente Luiz Inácio Lula da Silva ao Hospital Federal do Andaraí, na Zona Norte do Rio, nesta terça-feira, o governador em exercício, Ricardo Couto, afirmou que o Ministério da Saúde dará apoio à ampliação da capacidade de atendimento do Hospital Universitário Pedro Ernesto. O anúncio foi feito durante cerimônia em que o governo federal apresentou investimentos na rede hospitalar federal do estado. VÍDEO: PF prende motorista com 16 fuzis e qua
Em meio à visita do presidente Luiz Inácio Lula da Silva ao Hospital Federal do Andaraí, na Zona Norte do Rio, nesta terça-feira, o governador em exercício, Ricardo Couto, afirmou que o Ministério da Saúde dará apoio à ampliação da capacidade de atendimento do Hospital Universitário Pedro Ernesto. O anúncio foi feito durante cerimônia em que o governo federal apresentou investimentos na rede hospitalar federal do estado.
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Segundo Couto, a medida atende a um pedido apresentado pelo secretário estadual de Saúde, Ronaldo Damião, ao Ministério da Saúde. O governador em exercício, porém, não informou o valor do investimento nem o cronograma para a execução das intervenções.
— A União estará ajudando o Hospital Pedro Ernesto a ampliar suas portas de atendimento. O pedido foi feito pelo secretário Ronaldo Damião e já foi atendido — afirmou.
No discurso, Couto também destacou a parceria entre os governos federal e estadual na área da saúde e defendeu a atuação conjunta entre União, estado e municípios para ampliar o acesso da população aos serviços de saúde.
O Hospital Universitário Pedro Ernesto enfrentou uma crise no início de 2025, quando decidiu desativar um Centro de Tratamento Intensivo (CTI) com 15 leitos criados durante a pandemia de Covid-19. Em matéria do GLOBO, à época, a direção da unidade alegou a necessidade de contenção de despesas após o fim do projeto que financiava a equipe responsável pelo setor.
Na ocasião, um ofício assinado pelo então diretor-geral do hospital, Rui de Teófilo, determinou o fechamento gradual dos leitos. Novas internações foram suspensas e, a cada alta, as vagas eram desativadas para que o espaço fosse transformado em enfermarias. No documento, a direção citava restrições orçamentárias e a não renovação do projeto que custeava os profissionais do CTI.
A Secretaria estadual de Saúde informou, naquele período, que atendeu a uma solicitação da direção do hospital e afirmou que os equipamentos seriam reaproveitados pela própria unidade. Já o Pedro Ernesto sustentou que o CTI era destinado originalmente ao atendimento de pacientes pós-Covid e que a reorganização da estrutura fazia parte da adequação da assistência às necessidades da rede.

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