Presidente Giovanni Malagò diz que federação pode aumentar orçamento para contratar o espanhol
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22.jul.2026 às 12h27 Atualizado: 23.jul.2026 às 16h52
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O presidente da FIGC (Federação Italiana de Futebol), Giovanni Malagò, confirmou nesta quarta-feira que mantém um diálogo fluido com o lendário treinador espanhol Pep Guardiola, que pode se tornar o novo técnico da seleção italiana.
Malagò respondeu afirmativamente ao ser questionado sobre a possibilidade de aumentar o orçamento destinado à contratação do novo técnico da Azzurra caso se trate de Guardiola, como "tanto se está falando nestas últimas horas", disse no X diante de uma pergunta do portal "Cronache di spogliatoio".
"Sim, e é uma exceção por razões evidentes, que não vou explicar aqui, mas não está garantido que isso chegue a se concretizar; ainda assim, acredito que era justo e importante abrir um diálogo e mantê-lo vivo", afirmou.
"Não é de forma alguma uma falta de respeito com os outros candidatos, muito pelo contrário", acrescentou o dirigente do futebol italiano.
Malagò também garantiu que a federação não se limita aos três nomes mais mencionados —o campeão mundial de 2006 Andrea Pirlo, Roberto Mancini e Guardiola— para a escolha do técnico da seleção.
De acordo com Paolo Maldini, diretor de seleções da federação italiana, Carlo Ancelotti, atualmente à frente da seleção brasileira, também foi consultado. "Conversamos com [Carlo] Ancelotti. Parecia certo começar com os melhores do mundo, mas é preciso verificar a disponibilidade geral", afirmou o jogador, que foi treinado por Ancelotti entre 2001 e 2009, no Milan.
Apesar da queda com o Brasil nas oitavas de final da Copa do Mundo, Ancelotti não pensa em deixar a seleção brasileira neste momento e deve cumprir seu contrato até 2030.
A Itália, quatro vezes campeã mundial e duas vezes campeã europeia, não conseguiu se classificar para as três últimas Copas do Mundo (2018, 2022, 2026). Por isso a lista de nomes para assumir a seleção é encabeçada por técnicos da elite mundial.
Pep Guardiola, de 55 anos, acaba de deixar o Manchester City depois de ter comandado o clube inglês durante dez anos, nos quais conquistou 20 títulos.
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