Filme de Keanu Reeves com apenas 12% de aprovação estreia na Netflix

Ao procurar um filme novo para assistir na Netflix no fim de semana, talvez você se depare com Sibéria. O longa foi lançado em 2018 e está com selo de “novidade” no serviço de streaming porque ficou disponível no catálogo nesta sexta-feira (26). E pode ser difícil não apertar o play, afinal tem Keanu Reeves em uma trama de suspense. Dá vontade de assistir. Mas não se engane.

Dirigido por Matthew Ross, que é um cineasta pouco conhecido, Sibéria é considerado um dos piores filmes da carreira de Reeves. Foi reprovado tanto pela crítica, com 12% de apoio de jornalistas no Rotten Tomatoes, quanto pelo público, com somente 16% de aprovação. No IMDb, a nota é 4,3/10.

Na trama, Reeves interpreta um comerciante de diamantes que viaja para vender raras pedras azuis de origem questionável. À medida que seu negócio começa a entrar em colapso, ele passa a se envolver com uma russa, dona de um pequeno café na Sibéria. A paixão cresce e ele não consegue se livrar do negócio de diamantes, deixando brechas para que ambos entrem em colisão num ambiente sem saída.

Sibéria é considerado um filme com pouco sentido e que desperdiça o talento de Keanu Reeves, reconhecido por seu papel como John Wick, em uma história lenta e mal desenvolvida.

O The Hollywood Reporter classifica a trama como absurda e diz que “Sibéria desperdiça descaradamente o apelo singular de seu protagonista carismático e perde uma quantidade excessiva de tempo de tela sem chegar a lugar nenhum”.

Já a Variety, outro veículo especializado na cobertura da indústria cinematográfica, descreve o longa como um thriller monótono que falha por não conseguir decidir que tipo de filme quer ser. A revista aponta que Sibéria tenta usar sua premissa de filme B como um ponto de partida para um romance sombrio, mas acaba se perdendo em uma falta de forma quando busca por momentos poéticos, e recorre a clichês chatos quando tenta abraçar seus instintos de suspense.

O New York Post diz que a “trama dá reviravoltas suficientes para fazer você pensar que algo mais complexo está acontecendo. No fim das contas, não é bem assim, certamente não o suficiente para compensar os clichês e tropos sexistas que permeiam o caminho de Lucas [personagem de Reeves] até o confronto com os vilões”.

Se você ainda está em dúvida se ignora as críticas e dá uma chance para Sibéria na Netflix, dê uma olhada no trailer: