Seleção francesa espera vencer os paraguaios, que eliminaram Alemanha na Segunda Fase, para seguir viva na Copa do Mundo
As oitavas de final da Copa do Mundo de 2026 iniciam, neste sábado (2). E um dos principais postulantes a levantar o troféu entra a campo para tentar se manter vivo na briga pelo título. A França fica frente a frente com Paraguai, às 18h (de Brasília), no Lincoln Financial Field.
As duas seleções possuem históricos diferentes no Mundial. A francesa acumula 17 participações e já o conquistou em duas oportunidades (1998 e 2018). A paraguaia, disputa o torneio pela nona vez e fez sua melhor campanha em 2010 — quando foi eliminada nas quartas.
Os próximos adversários já se promoveram dois confrontos diretos, no passado da Copa. Em ambos, os franceses levaram a melhor sobre os paraguaios: golearam por 7 a 3 na fase de grupos na de 1938, e venceram por 1 a 0, na prorrogação das oitavas em 1998.
A equipe de Gustavo Alfaro foi para Copa do Mundo com cofiança de ir bem. Isso porque o ciclo foi de muitos mais altos que baixos, desde que o treinador assumiu a função. No entanto, precisou passar diversos obstáculos para conseguir chegar até atual etapa da competição.
O Paraguai não caiu numa das chaves mais duras da primeira fase. Mas precisou demonstrar poder de reação para superar a goleada de 4 a 1 sofrida para os Estados Unidos, na estreia. Ela conseguiu, ao vencer a Turquia por 1 a 0 e ficar no empate sem gols contra Austrália.
A terceira posição no Grupo D colocou a Alemanha no caminho da seleção paraguaia, na primeira etapa do mata-mata. Ela teve um grande desempenho defensivo, para segurar o 1 a 1 no tempo regulamentar e prorrogação. E nos pênaltis, levou a melhor para confirmar a zebra.
Ainda que os comandados por Didier Dechamps tenham passado por um ciclo longe do que imaginavam, em que não conquistaram um título sequer, chegaram no Mundial sob altas expectativas. Afinal, tinham para muitos o elenco mais repleto de grandes jogadores.
A França não caiu numa chave exatamente fácil, na fase de grupos. As grandes atuações, entretanto, deixaram qualquer chance de tropeço para trás. O que ficou escancarado com as três vitórias em três jogos: sobre Senegal (3 a 1), Iraque (3 a 0), e Noruega (4 a 1).
A campanha perfeita no Grupo I fez os franceses se encontrarem com a Suécia — um dos oito melhores terceiros — na Segunda Fase. Eles realizaram sua melhor atuação no torneio, até aqui. Essa que resultou na vitória bastante tranquila de 3 a 0. E cabia mais, pelo que apresentaram.


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