Ação é direcionada a varas e comarcas que apresentam maior necessidade de apoio - Divulgação/TJPE Mais de 48 mil atos judiciais foram realizados pelo Tribunal de Justiça de Pernambuco (TJPE) de maio a junho deste ano por meio da ação estratégica Justiça Eficiente, iniciativa voltada ao reforço da produtividade em unidades com elevado volume de processos. Segundo o tribunal, a medida tem como finalidade acelerar a tramitação das ações e reduzir o acúmulo de demandas no Judiciário estadual.
No período, foram registradas 8.671 sentenças, 17.474 decisões, 20.569 despachos e 1.312 audiências nas unidades contempladas pela estratégia. A ação é direcionada a varas e comarcas que apresentam maior necessidade de apoio, identificadas a partir de critérios como quantidade de processos em tramitação, disponibilidade de força de trabalho e desempenho em relação às metas estabelecidas pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ).
A ação funciona com a designação temporária de magistrados para essas unidades, reforçando a equipe responsável pelo julgamento dos processos e pela prática de atos judiciais. Ao fim de cada ciclo de atuação, é elaborado um relatório com o diagnóstico da unidade e os resultados alcançados.
Criado em 2018 para apoiar varas com maior carga de trabalho, o Justiça Eficiente passou por reformulação no ano passado e foi incorporado ao programa Pernambuco Faz Justiça, que reúne também as Centrais de Agilização Processual e os Núcleos de Justiça 4.0. A iniciativa passou a ser coordenada diretamente pela Presidência do TJPE, com acompanhamento da Coordenadoria de Governança Institucional.
De acordo com o tribunal, a reestruturação busca integrar diferentes ações voltadas à melhoria da prestação jurisdicional, priorizando a redução do tempo de tramitação dos processos e o cumprimento das metas nacionais do Judiciário.
Os resultados registrados nos últimos dois meses refletem a estratégia adotada pela atual gestão do TJPE, que tem concentrado esforços em medidas para aumentar a eficiência da Justiça por meio da gestão por resultados, da reorganização das unidades judiciais e do uso de ferramentas tecnológicas para otimizar o andamento dos processos.



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