Artista, conhecida pelo trabalho com porcelana, vai a Paris com obras que exploram a relação entre matéria, transformação e delicadeza
A artista Lilian Malta faz parte de um grupo restrito de criadores que trabalham com o Bone China, uma espécie de técnica de porcelana conhecida pela delicadeza e dificuldade. Em seu ateliê, a matéria-prima ganha formas inspiradas na observação da natureza, área que a artista conhece bem: antes das artes visuais, se formou em Biologia.
Conchas, ninhos e outras estruturas orgânicas aparecem em sua produção. Mas não de maneira literal. Lilian prefere investigar padrões, ritmos e tensões presentes na natureza. Agora, parte dessa pesquisa cruza o Atlântico. Entre julho e agosto, a artista participa do Brésil à La Samaritaine – Bold Summer Edition, levando a Paris obras que sintetizam sua principal investigação: as relações entre matéria, transformação e delicadeza.




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