Mas, por detrás dessa transformação, existiam também figuras cuja importância resultava precisamente da capacidade de garantir que um sistema inteiramente novo pudesse funcionar. Tratava-se de uma função criada para servir de elo entre os órgãos de soberania nacionais e os novos órgãos de governo próprio das regiões autónomas, num período em que ainda não existia experiência acumulada nem precedentes que permitissem antecipar todas as dificuldades que inevitavelmente surgiriam.

Quando a Madeira entrou na era da Autonomia, os protagonistas mais visíveis estavam nos governos, nos partidos e nos parlamentos. Eram eles que protagonizavam os debates, faziam discursos e disputavam

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