Defeso eleitoral começa em 4 de julho. No período, candidatos passam a cumprir restrições para evitar uso eleitoral da máquina pública

A menos de quatro meses das eleições, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e ministros do governo correm para apresentar entregas antes do início das restrições impostas pela legislação eleitoral.

Diante das limitações, o chefe do Planalto orientou auxiliares a não apresentarem novos projetos e a concentrarem esforços na entrega de obras e medidas já em andamento.

Nas últimas semanas, Lula intensificou o ritmo de agendas e passou a fazer mais de um anúncio por dia. No início do mês, o petista teve três compromissos em Goiás em apenas um dia: dois em Catalão e um em Rio Verde.

Entre no canal de WhatsApp do Metrópoles Após o feriado de Corpus Christi, Lula anunciou a regulamentação do Estatuto da Segurança Privada, um pacote de ações e investimentos para a agenda ambiental, entregas do programa Imóvel da Gente, a assinatura de títulos de domínio para territórios quilombolas, além de uma linha de crédito para financiamento de motos a trabalhadores de aplicativos e a seleção de moradias do Minha Casa, Minha Vida Rural e Entidades.

Na última sexta-feira (19/6), após retornar da cúpula do G7, na França, Lula retomou a agenda de viagens e esteve em Minas Gerais, onde participou do anúncio, entrega e inauguração de hospitais em Belo Horizonte e Divinópolis.

O presidente também tem demonstrado preocupação com a percepção das ações do governo pela população. Nesse contexto, tem apostado em medidas de apelo popular para melhorar os índices de aprovação às vésperas da disputa eleitoral.

Como mostrou o Metrópoles, o chamado “pacote de bondades” deste ano soma R$ 191,4 bilhões, com iniciativas que alcançam desde a população de baixa renda até a classe média e o setor empresarial.

Frequência de envio: Diário