Supremo Tribunal Federal Bom dia. Impulsionamento O Tribunal Regional Eleitoral de Roraima (TRE-RR) mandou suspender um anúncio pago pelo ex-governador Antonio Denarium (Republicanos) em favor do candidato ao governo Arthur Henrique (PL), com alcance estimado entre 500 mil e 1 milhão de pessoas. A decisão liminar do juiz Renato Albuquerque atendeu a representação da coligação Roraima Segue em [...] O post No STF, ALE-RR tenta barrar candidatura de Jalser Renier apareceu primeiro em

O Tribunal Regional Eleitoral de Roraima (TRE-RR) mandou suspender um anúncio pago pelo ex-governador Antonio Denarium (Republicanos) em favor do candidato ao governo Arthur Henrique (PL), com alcance estimado entre 500 mil e 1 milhão de pessoas. A decisão liminar do juiz Renato Albuquerque atendeu a representação da coligação Roraima Segue em Frente, de Soldado Sampaio (Republicanos), que denunciou o impulsionamento irregular feito por terceiro, prática vedada pela legislação eleitoral a quem não é candidato, partido ou coligação.

A Assembleia Legislativa de Roraima (ALE-RR) recorreu ao Supremo Tribunal Federal (STF) para tentar derrubar a decisão do ministro Nunes Marques que autorizou a participação do ex-deputado estadual Jalser Renier (PSDB) nas eleições de 2026. A Casa pede urgência no julgamento antes de outubro e contesta os fundamentos da liminar, que suspendeu parcialmente os efeitos da cassação do mandato dele por quebra de decoro parlamentar, concluída em 2022. É a briga de bastidores a todo vapor.

A rádio Folha FM 100.3 encerrou neste domingo (23) a rodada de entrevistas com os candidatos ao Senado por Roraima no programa Agenda da Semana. A série de entrevistas com os candidatos aos cargos majoritários teve início no domingo passado, quando a Folha entrevistou cinco candidatos, e prossegue no próximo domingo com os postulantes ao Governo do Estado.

O candidato também defendeu a legalização da mineração em terras indígenas e reservas ambientais, que somam cerca de 78% do território de Roraima, afirmou, e criticou os moldes do Fundo Eleitoral de R$ 5 bilhões, propondo em seu lugar doações diretas de empresas e categorias profissionais sob transparência plena.

A candidata ao Senado e deputada federal Helena da Asatur (PSD-RR) afirmou ao programa Agenda da Semana ter usado recursos próprios para comprar o equipamento inicial de um laboratório de hidrogênio verde para a Universidade Federal de Roraima (Uerr) e disse que, se eleita ao Senado, pretende destinar emendas ao projeto. Também citou a possibilidade de um aporte de mais de R$ 30 milhões de uma estatal do setor de energia.

Sobre o papel do Senado diante do STF, defendeu o uso das prerrogativas do artigo 52 da Constituição para fiscalizar a Corte, mas sem fazer críticas diretas ao tribunal. Helena também evitou dizer se apoiaria Flávio Bolsonaro (PL) em um eventual segundo turno, caso Ronaldo Caiado (PSD) fique fora da disputa, deixando a decisão para depois.

Já Teresa Surita (MDB) chega candidata ao Senado dizendo não guardar mágoa das rupturas com aliados. Com Soldado Sampaio, ela disse que o candidato do Republicanos não cumpriu nenhum dos compromissos assumidos e depois de anunciar publicamente que ela seria sua candidata 01 ao Senado Federal, mudou de opinião utilizando o argumento de que não conseguiria manter Romero Jucá (MDB) como candidato a deputado federal dentro do grupo, o que teria afastado as legendas.

Durante sua entrevista ao programa, ela definiu o próprio posicionamento como de direita sem extremismo, e que votaria em Flávio Bolsonaro num hipotético segundo turno contra Lula e defendeu idade mínima de 55 anos e mandato único de 15 anos para ministros do STF. A candidata afirmou querer através de suas emendas replicar em todo o Estado o que fez em Boa Vista, com prioridade para educação, saúde, agronegócio, pesca e as pautas de fronteira com a Guiana.

Há 28 anos à frente da Assembleia de Deus em Roraima, o pastor Isamar Ramalho (União Brasil) citou a rede de 543 igrejas do Estado como base do trabalho social que apresenta como experiência de gestão. Durante sua entrevista no programa, disse manter uma escola bíblica dominical que atende 8.700 crianças por semana e um projeto de assistência a comunidades ribeirinhas do Baixo Rio Branco mantido só com dízimos e ofertas, sem recursos públicos.

Ele confirmou apoio a Flávio Bolsonaro na disputa presidencial e ao candidato a governador Soldado Sampaio, e reforçou críticas ao STF, citando nominalmente o ministro Alexandre de Moraes. Defendeu a legalização da mineração inclusive em terras indígenas, citando o potencial de terras raras identificado em Roraima, e se descreveu como liberal e defensor do Estado mínimo.

Imigrantes deveriam esperar 15 anos de residência no País e não ter nenhuma condenação criminal para acessar programas sociais como Bolsa Família, o Benefício de Prestação Continuada (BPC) e o Minha Casa Minha Vida, propôs o deputado federal Nicoletti (PL) durante sua entrevista ao programa. Segundo ele, 60% dos beneficiários desses programas em Roraima seriam imigrantes venezuelanos, e o gasto federal com Bolsa Família para estrangeiros já passaria de R$ 1,5 bilhão.

Candidato ao Senado, Nicoletti também defendeu a legalização do garimpo, incluindo em terras indígenas, e atribuiu à Polícia Federal (PF) e ao Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) o esvaziamento do comércio em bairros de Boa Vista. Reafirmou apoio a Arthur Henrique (PL) para o Governo do Estado e a Flávio Bolsonaro para a Presidência, e disse não votar em Davi Alcolumbre (União Brasil) para a presidência do Senado, citando o suposto envolvimento do senador no escândalo do Banco Master.

Em entrevista à Rádio Folha, a candidata ao Senado, Regina Tio Ivo (Novo) apresentou sua versão sobre a prisão após os atos de 8 de janeiro. Ela afirma que chegou a Brasília depois da depredação dos prédios dos Três Poderes, passou 11 dias presa e usou tornozeleira eletrônica por três anos e oito meses. Segundo Regina, as passagens aéreas comprovam que ela não estaria na capital federal no momento dos atos. A experiência, que classifica como perseguição política, foi decisiva para sua entrada na política.

No Senado, Regina pretende concentrar sua atuação no fortalecimento do Congresso diante do STF. Entre as propostas, defende que pedidos de impeachment de ministros sejam analisados pelo plenário do Senado. A candidata também fala em reduzir a burocracia para produtores e empresas, ampliar a exploração de recursos minerais com preservação ambiental e investir em qualificação profissional. Para Roraima, cita ainda a revisão das restrições de tráfego na BR-174 como medida de integração e desenvolvimento.

As poderosas antenas da coluna, trazem para o site aquelas conversas que esquentam os bastidores da política local. Informação, Denúncia e as notinhas apimentadas que só a coluna publica de segunda a sábado.

As poderosas antenas da coluna, trazem para o site aquelas conversas que esquentam os bastidores da política local. Informação, Denúncia e as notinhas apimentadas que só a coluna publica de segunda a sábado.