Deus, ao longo da história humana, já foi invocado para quase tudo, até como fiador de guerras, e em escala menor, como garantidor da paz. Quando essa chancela divina, esse chamamento que clama pelo aval do além parte de membros de governos, sejam eles eleitos ou buscando chegar ao poder, o risco é geral. Ter fé é um direito legítimo de todos, porém tratar a fé enquanto estratégia de governo é a transformação da política em teologia e, pior, em teologia de confronto.

PorEdson Bündchen| 2 de julho de 2026Esta coluna reflete a opinião de quem a assina e não do Jornal O Sul. O Jornal O Sul adota os princípios editoriais de pluralismo, apartidarismo, jornalismo crític

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