Brasil entra em campo contra o Japão na mesma data em que Pelé, Garrincha e companhia ganharam a primeira Copa
Luís Curro fala sobre as seleções, clubes, competições e jogadores do esporte mais popular do planeta
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28.jun.2026 às 15h01
Luís Curro Gylmar; Djalma Santos, Bellini, Orlando e Nilton Santos; Zito e Didi; Garrincha, Vavá, Pelé e Zagallo. Técnico: Vicente Feola.
Com essa escalação e com esse comandante, o Brasil goleou a Suécia por 5 a 2, de virada, na final da Copa do Mundo de 1958, no estádio Rasunda, em Solna, na casa do anfitrião.
Era 29 de junho o dia em que a seleção brasileira começou a história que a transformaria na mais vencedora do futebol, a primeira de seis conquistas. Bellini ergueu a Taça Jules Rimet, em gesto repetido por Mauro (1962) e Carlos Alberto Torres (1970). Em 1994 e em 2002, Dunga e Cafu levantaram, respectivamente, a Taça Fifa.
O Brasil volta a atuar nesta Copa, a de 2026, na América do Norte, em um 29 de junho. Houve chance de o adversário ser novamente a Suécia, porém o empate entre a seleção europeia e o Japão colocou os japoneses no caminho da seleção canarinho.
Alisson; Danilo, Marquinhos, Gabriel Magalhães e Douglas Santos; Casemiro, Bruno Guimarães e Lucas Paquetá; Rayan, Matheus Cunha e Vinicius Junior. Técnico: Carlo Ancelotti.
Que esse 11, que deve ser o inicial no NGR Stadium, em Houston (EUA), recorra a aquele 29 de junho histórico para se inspirar neste e honrar o que fizeram, exatos 68 anos atrás, Pelé, Garrincha e grande elenco.
Ninguém daquele time tinha sido campeão mundial. Nenhum do atual é. Mais uma razão para não permitir uma surpresa que impeça o atual grupo de prosseguir em sua jornada rumo ao hexacampeonato, para que depois alguns possam buscar o hepta em 2030, assim como alguns dos de 1958 buscaram o bi em 1962.
Naquele 29 de junho, a seleção brasileira jogou de camisa azul, pois a anfitriã tinha prioridade na escolha e atuou de amarelo. Neste 29 de junho, o Brasil atuará com sua camisa principal, a amarela, e o Japão, que tradicionalmente veste azul, irá de branco.
Cores à parte, Vinicius Junior e companhia são mais time que os esforçados, incansáveis e velozes japoneses. A maior precaução na partida deve ser mesmo essa, a velocidade nipônica.
Não pode haver descuido com as trocas rápidas de passes e as enfiadas de bola, especialmente em contra-ataques.
Aconteceu no único gol sofrido pelo Brasil neste Mundial, contra Marrocos, quando Paquetá perdeu a bola e Brahim Díaz enfiou para Saibari receber em movimento entre Marquinhos e Magalhães.




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