Precisamos vingar a derrota de 'O Agente Secreto' para 'Valor Sentimental' no Oscar

Formado em jornalismo, começou a escrever na Folha em 2001. Passou por diversas editorias no jornal e atualmente assina o blog Copo Cheio, sobre o cenário cervejeiro, e uma coluna em Esporte

Recurso exclusivo para assinantes

assine ou faça login

benefício do assinante

Você tem 7 acessos por dia para dar de presente. Qualquer pessoa que não é assinante poderá ler.

benefício do assinante

Assinantes podem liberar 7 acessos por dia para conteúdos da Folha.

Salvar para ler depois

Recurso exclusivo para assinantes

assine ou faça login

26.jun.2026 às 21h56

Edição Impressa Diminuir fonte

Eu quero a Noruega. Pronto, falei.

Sim, sim, o Brasil enfrenta o Japão na segunda-feira (29), pela fase-Infantino (também chamado de 32 avos, segunda fase, play-in ou do que você quiser; gosto de fase-Infantino), criada recentemente para o presidente da Fifa pagar uns boletos extras, em dólar.

Mas este escriba humilde, em momento de soberba, só tem olhos para a Noruega já na fase seguinte, a que todo mundo sabe o nome —oitavas de final. E, sim, sabemos que os noruegueses também têm um rival duríssimo pela frente, Costa do Marfim.

Voltar Compartilhe Ícone Facebook Facebook Ícone Whatsapp Whatsapp Ícone X X Ícone de messenger Messenger Ícone Linkedin Linkedin Ícone de envelope E-mail Ícone de linkCadeado representando um link Copiar link Ícone fechar

Mas o motivo para querer encontrar os tais vikings é um drama: precisamos vingar a derrota de "O Agente Secreto" no Oscar, quando foi superado pelo tal norueguês "Valor Sentimental", em decisão que também aconteceu nos Estados Unidos.

Voltar Compartilhe Ícone Facebook Facebook Ícone Whatsapp Whatsapp Ícone X X Ícone de messenger Messenger Ícone Linkedin Linkedin Ícone de envelope E-mail Ícone de linkCadeado representando um link Copiar link Ícone fechar

No Brasil, as pessoas protestaram, gritaram e pediram recontagem dos votos. Em Oslo não teve nem piquenique na pracinha com caviar e bacalhau. Foi quase um desprezo pela dor brasileira.

Alguns dizem que o filme de Joachim Trier ganhou nos pênaltis, que podia ter dado qualquer coisa, que estava equilibrado e que o VAR acabou interferindo. O fato é que o tal longa impediu o bicampeonato do Brasil. E, como todo mundo sabe, Oscar e futebol têm praticamente o mesmo peso na hora da festa ou do meme.

Já imagino Vinicius Junior marcando o gol e oferecendo para Kleber Mendonça Filho, Matheus Cunha surfando em cima da perna cabeluda, Rayan mandando Wagner Moura colocar a vitória na conta do papa (não, esse é outro filme). Não importa, precisamos tirar esse trauma norueguês da frente.