Meio-campista também falou sobre a lesão de Raphinha, a parceria com Vini Jr. e a evolução do Brasil sob o comando de Carlo Ancelotti A vitória sobre o
A vitória sobre o Haiti trouxe confiança para a Seleção Brasileira. Mas, nos bastidores, outro assunto dominou as conversas do elenco. A recuperação de Neymar segue avançando e já é motivo de comemoração entre os jogadores.
Em entrevista coletiva em Nova Jersey, Lucas Paquetá celebrou o
Paquetá ainda reforçou a expectativa pela utilização do atacante na Copa do Mundo.
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Autor de uma assistência e de uma recuperação de bola decisiva na vitória por 3 a 0 sobre o Haiti, o meio-campista avaliou que o Brasil apresentou evolução em relação à estreia.
De acordo com ele, a equipe conseguiu melhorar a qualidade técnica e construir uma atuação mais consistente.
Paquetá também falou sobre a relação especial com Vinicius Júnior. Isso porque os dois se conheceram ainda nas categorias de base do Flamengo e seguem próximos mesmo após anos atuando em diferentes clubes.
Questionado sobre o crescimento do atacante na Seleção, Paquetá apontou um fator importante: a presença de Carlo Ancelotti. Para o meio-campista, a relação construída entre treinador e jogador no Real Madrid influencia diretamente no desempenho do camisa 7.
Outro tema abordado foi a ausência de Raphinha. O atacante sofreu uma lesão muscular e deve ficar fora das próximas partidas. Paquetá revelou que os jogadores ficaram abalados com a notícia e garantiu apoio total ao companheiro.
Desde o retorno ao Flamengo, Paquetá ouviu questionamentos sobre o impacto da decisão em sua trajetória na Seleção Brasileira. No entanto, o jogador garantiu que nunca teve dúvidas sobre a escolha.
Ao mesmo tempo, Paquetá afirmou que sempre acreditou que um bom desempenho no clube abriria as portas da Seleção.
Apesar das críticas recebidas após a estreia, Paquetá afirmou que o elenco mantém tranquilidade e confiança.
O jogador reconheceu que a equipe ficou abaixo das expectativas no primeiro jogo, mas destacou a evolução apresentada diante do Haiti.
Além disso, minimizou as comparações com seleções como Argentina, França e Alemanha.
Enquanto a Seleção se prepara para enfrentar a Escócia, a confiança dentro do grupo parece aumentar. E, com Neymar mais próximo do retorno e o ambiente fortalecido, o Brasil acredita que ainda tem margem para crescer na busca pelo hexacampeonato.
