Lucas Paquetá teve uma lesão na coxa esquerda confirmada na vitória do Brasil por 2 a 1 sobre o Japão, na segunda fase da Copa do Mundo.Veja a nota oficial ...

Siga o UOL Esporte noOuvir1×0.5×0.75×1×1.25×1.5×1.75×2×Lucas Paquetá teve uma lesão na coxa esquerda confirmada na vitória do Brasil por 2 a 1 sobre o Japão, na segunda fase da Copa do Mundo.

O atleta Lucas Paquetá passou, nesta terça-feira, por exame de imagem que confirmou lesão muscular na região posterior da coxa esquerda. O jogador seguirá um protocolo de tratamento intensivo, acompanhado pela equipe médica da Seleção Brasileira, visando sua recuperação e retorno às atividades no menor tempo possívelNota oficial da CBF

Paquetá deixou o jogo contra o Japão ainda no intervalo e é improvável que jogue as oitavas de final neste domingo. O adversário do Brasil sai do duelo de hoje entre Noruega e Costa do Marfim.

A ausência de Paquetá vai impedir Ancelotti de repetir a escalação do Brasil pelo terceiro jogo consecutivo, o que abre uma concorrência no time.

Troca simplesAncelotti pode manter o sistema tático com três meio-campistas de origem. Isso abre caminho para a entrada de Danilo Santos, que foi bem nos amistosos pré-Copa do Mundo e por isso ganhou uma vaga na convocação final.

Nesse cenário, seria uma troca mais simples, sem mexer nas funções ofensivas e defensivas de quem está ao redor — especialmente Bruno Guimarães, Casemiro e Matheus Cunha, que formam o losango da seleção no meio.

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Chance para o herói?Outra alternativa para Ancelotti é usar Martinelli logo de saída. Isso não significaria que o time automaticamente mudaria para o 4-2-4, já que o herói da classificação contra o Japão entrou no time substituindo Matheus Cunha e foi mais um articulador na faixa esquerda do campo do que necessariamente um atacante ou ponta, como joga no Arsenal.

O lado negativo é a perda que a seleção teria em quesitos defensivos. Isso demandaria uma reorganização de posicionamento travando mais o lateral-esquerdo Douglas Santos.

Mais um centroavante?Quando Paquetá saiu no intervalo do jogo contra o Japão, Ancelotti optou pela entrada de Endrick. E aí foi mais pela circunstância do jogo: o Brasil sabia que precisava de mais gente dentro da área, pela dificuldade de encontrar espaços entre os marcadores japoneses. Essa, sim, seria uma mudança mais clara de esquema para o 4-2-4.

Cabe Neymar?Se Ancelotti ativar o modo ousado, Neymar viraria alternativa. Mas o treinador já indicou que pretende usar o camisa 10 na vaga de Cunha ou de um dos dois atacantes da frente (Vini Jr. e Rayan).

Neymar só entraria contra o Japão se o Brasil não tivesse empatado tão cedo (11 minutos do segundo tempo) ou o jogo tivesse ido para a prorrogação, quando Ancelotti iria desfazer o modelo de jogo em vigor para buscar uma formação mais arriscada.

Outros meio-campistasAncelotti tem outros volantes disponíveis no time, embora com características distintas em relação a Paquetá. Fabinho é um cara que fica mais preso à frente da área, é o substituto imediato de Casemiro. Com ele, o meio-campo teria menos mobilidade.

Ederson é o outro volante do grupo, mas foi chamado de última hora para o lugar do cortado Wesley. Tem sido treinado mais para eventual lacuna na lateral direita do que necessariamente como figura criativa no meio-campo.

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