Parlamentares da base e da oposição se reuniram com representantes do segmento e fecharam acordo para votar matéria nesta terça-feira

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Parlamentares da base e oposição, junto a caminhoneiros, fecharam acordo para votar a MP do Frete esta semana, evitando nova crise. Foram definidos ajustes de redação e possíveis vetos de Lula em trechos como a anistia de multas por protestos pós-2022. Entenda os detalhes do consenso.

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Resumo gerado por ferramenta de IA treinada pela redação da Editora Abril.

Para evitar a crise dos caminhoneiros, parlamentares da base aliada do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e da oposição fecharam um acordo junto a representantes da categoria para votar a MP do Frete ainda nesta semana.

Participaram os líderes do governo no Senado, Teresa Leitão, e no Congresso, Randolfe Rodrigues, além dos senadores Tereza Cristina e Jaime Bagatolli, ambos da oposição.

Ficaram acordados alguns ajustes de redação, além da sinalização de vetos do próprio Lula em alguns trechos da proposição, como a previsão de anistia das multas de caminhoneiros por protestos após as eleições de 2022, inserido no texto pelo relator do texto na Câmara, Zé Trovão.

“Chegamos a um bom acordo para votação. Vou comunicar o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, sobre o acordo, e nossa expectativa é coloca-lo em apreciação amanhã”, disse Randolfe após o encontro.

O líder do governo no Congresso explicou que Alcolumbre pediu que ele, Teresa Leitão e Tereza Cristina se reunissem e buscassem um consenso que viabilizasse a apreciação da medida.