Bom dia, FlatOuters! Aqui está nossa seleção diária das notícias mais importantes e relevantes do mundo automotivo para você ficar por dentro de tudo, sem perder tempo com rage-baits, discussões rasas e textos desalmados gerados por IA alucinadas. (Para compa…
Bom dia, FlatOuters! Aqui está nossa seleção diária das notícias mais importantes e relevantes do mundo automotivo para você ficar por dentro de tudo, sem perder tempo com rage-baits, discussões rasas e textos desalmados gerados por IA alucinadas.
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Se você já abriu a caixa de correio e encontrou aquela carta do Detran avisando sobre uma infração sem uma única imagem provando o fato, sabe bem a dor de cabeça que é tentar se defender. A presunção de inocência não resiste à fé pública, mas um novo projeto de lei promete ao menos dar um mínimo de transparência a esse processo — e ele acabou de ser aprovado na Comissão de Viação e Transportes da Câmara dos Deputados.
Atualmente o código de trânsito autoriza que infrações sejam flagradas por radares e câmeras espremidas em postes, mas a legislação não obriga o órgão autuador a enviar a prova visual junto com a cobrança. Na prática, o dono do carro que lute: é preciso caçar o registro nos portais muitas vezes instáveis dos órgãos de trânsito ou abrir um chamado formal apenas para conseguir ver a imagem contra si mesmo — e assim descobrir se não foi vítima de uma placa clonada, de um erro grosseiro de leitura óptica ou simplesmente de uma autuação indevida. O Projeto de Lei 544/26, quer alterar o Código de Trânsito Brasileiro (CTB) para tornar obrigatória a inclusão da foto da infração na notificação enviada ao motorista.
Com o avanço do texto, que recebeu uma emenda do relator, deputado AJ Albuquerque, a exigência da prova fotográfica passará a valer para as duas etapas administrativas: tanto na notificação inicial de autuação (quando você ainda pode indicar o condutor) quanto na notificação final de penalidade. A justificativa do autor do projeto, deputado Danilo Forte, é dar ao cidadão o mínimo de subsídio material para exercer o seu direito de defesa de forma justa.
Apesar do sinal verde na comissão de transportes, o projeto está no início da tramitação. O texto agora segue para a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara em caráter conclusivo. Se aprovado, ele será votado no Senado e, caso aprovado, segue para a Presidência da República. (Leo Contesini)
Dez anos depois de desembarcar no Brasil pela primeira vez, a Ducati XDiavel acaba de ser renovada. E a maior novidade é o novo motor: sai de cena o V2 e em seu lugar, a muscle cruiser adota o mesmo V4 Granturismo da Panigale, com 1.158cc e capacidade para entregar 168 cv a 10.750 rpm e 12,8 kgfm a 7.500 rpm.
Entre as soluções de engenharia aplicadas ao motor, destaca-se o uso de um virabrequim contrarrotativo — tecnologia desenvolvida na MotoGP —, projetado para tornar as trocas de direção mais ágeis e a resposta do acelerador mais direta. Com peso a seco fixado em 229 kg (o que representa uma redução de 6 kg em relação à versão 1260 S anterior), a XDiavel V4 é capaz de acelerar de 0 a 100 km/h em menos de três segundos. Para conter emissões e otimizar a eficiência energética, o motor conta com um sistema que desativa a bancada traseira de cilindros em situações de baixa demanda de aceleração.
No aspecto do design, a moto mantém o porte encorpado característico, trazendo novos elementos estéticos. O reservatório de combustível em formato de gota adota a tonalidade Burning Red, enquanto a traseira ostenta um pneu de 240 mm de largura e um escapamento com quatro saídas. O conjunto óptico é inteiramente em LED com luzes de rodagem diurna no formato de duplo “C”, acompanhado por rodas de cinco raios montadas em um monobraço traseiro de alumínio.
A Ducati também revisou a posição de pilotagem. Embora a altura do assento permaneça em 77 cm em relação ao solo, a espuma ficou mais espessa e a área de apoio foi ampliada. O sistema de amortecimento traseiro teve seu curso aumentado em 25 mm para absorver melhor as irregularidades do piso. O banco do garupa também cresceu e passou a contar com alça de apoio de série, sendo possível ainda instalar um kit opcional que reposiciona as pedaleiras para quem prefere uma condução mais esportiva.
O pacote eletrônico traz quatro modos de condução (Sport, Touring, Urban e Wet), três modos de entrega de potência e assistências calibradas por uma central inercial, incluindo controle de tração e ABS para curvas, assistente de empinada, controle de largada, piloto automático e quickshifter bidirecional. As informações são exibidas na tela TFT colorida de 6,9 polegadas, que se conecta a smartphones para fornecer navegação passo a passo via aplicativo oficial.
A Ducati oferece também uma gama de acessórios de personalização, como conjuntos de malas laterais, para-brisa, opções de bancos com alturas variadas e sistema de exaustão em titânio. O preço parte de R$ 160.990. (Dalmo Hernandes)
O Range Rover GT só não é uma surpresa completa porque de fato um protótipo do GT andou sendo flagrado nos últimos meses, porém com mais disfarces e suspeitas de que se tratava do novo Velar. Agora, as imagens de divulgação oficiais da Land Rover permitem que se veja com mais clareza a silhueta baixa e larga, a postura mais plantada no chão e as formas que ecoam de leve o companheiro de estábulo chamado Jaguar Type 01.
Conforme já se tinha certeza, o Range Rover GT é totalmente elétrico e marca diz que seu objetivo é oferecer uma experiência veloz, confortável e silenciosa ao atravessar longas rodovias. Em linha com essa descrição, o GT será oferecido apenas como elétrico, sendo o primeiro modelo construído sobre a nova plataforma EMA. As especificações técnicas ainda não foram divulgadas, mas a Range Rover ressalta que a arquitetura EMA também comporta powertrains híbridos e que fará uso disso em outros modelos da linha.
No mais, o Range Rover GT será o quinto membro da família, que atualmente conta com o Range Rover tradicional, o Sport, o Velar e o Evoque. Mais detalhes técnicos serão divulgados ainda neste ano. (Dalmo Hernandes)
Enquanto o mercado brasileiro de sedãs é inundado por modelos orientais eletrificados, a Volkswagen resiste bravamente com um dos sedãs mais divertidos que se pode ter. O único problema é que ele não é lá um sucesso de vendas como os concorrentes indiretos na mesma faixa de preço. Talvez por isso a Volkswagen tenha decidido reduzir o preço de tabela do Jetta GLI em R$ 20.000, fazendo seu preço cair de R$ 278.490 para R$ 258.490.
A redução torna o carro ainda mais interessante, ao menos para os entusiastas — especialmente aqueles que não querem/podem pagar mais de R$ 400.000 pelo Golf GTI. Por R$ 260.000, o Jetta GLI volta a ser uma das compras mais racionais para quem busca um toque de esportividade e não quer saber de híbridos. A combinação do 2.0 TSI de 231 cv com o câmbio DSG de dupla embreagem de sete marchas e o diferencial eletrônico, entrega uma dinâmica que nenhum sedã médio da mesma faixa de preço consegue entregar.
Comemorando um quarto de século do Vanquish com motor V12, a Aston Martin apresentou hoje (22) uma série especial do modelo: o Aston Martin Vanquish 25. Simples, direto e eficiente.
Serão feitos 50 exemplares — 25 cupês e 25 conversíveis. E as mudanças em relação ao Vanquish comum são relativamente discretas. A mais notável delas é a pintura: trata-se de uma tonalidade exclusiva chamada Q Skye Silver, desenvolvida e aplicada pela divisão Q da fabricante, encarregada das encomendas sob medida. As rodas de 21 polegadas têm desenho exclusivo e acabamento em prata e preto fosco, e as ponteiras do escapamento também são novas.
Mecanicamente não há nada de novo, mas nem precisava: o motor continua sendo um V12 biturbo de 5,2 litros com 834 cv e 101,9 kgfm de torque, moderados por uma caixa automática de oito marchas da ZF e capazes de levar o Vanquish de zero a 100 km/h em 3,3 segundos. A velocidade máxima é de 344 km/h.



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