O secretário-geral do PS destacou hoje a importância do acordo alcançado com o PSD para a viabilização da Prestação Social Única (PSU) de forma a garant...
Em declarações aos jornalistas à margem de uma visita a uma empresa de produção e venda de atum, localizada no porto de Olhão, José Luís Carneiro afirmou que "uma coisa é melhorar as prestações sociais, outra coisa é cortar as prestações sociais", indicando que o acordo alcançado garante que não haverá cortes.
"Era isso que queriam fazer. E aquilo que nós garantimos foi que os mais vulneráveis, os mais frágeis da nossa sociedade, podem contar connosco, porque ninguém fica para trás", afirmou.
José Luís Carneiro considerou que, apesar de não haver ainda um valor de referência definido, o acordo com o PSD estabelece "um compromisso de que não haverá cortes no valor de referência" e garante que, "na globalidade dos apoios, eles não poderão ser inferiores aos que existem hoje".
Para o líder do PS, "as prestações sociais devem ser aplicadas com rigor, com transparência", mas deve também haver "um acompanhamento da aplicação" da PSU.
"(...)Estas medidas devem servir para tirar as pessoas da pobreza, para tirarem as pessoas da precariedade e para tirarem as pessoas de circunstâncias de vida difíceis", argumentou, afirmando que fica também "salvaguardado" que aqueles que não têm "condições de saúde, condições físicas, intelectuais", não são mobilizados para um programa de integração.
José Luís Carneiro sublinhou ainda que o acordo com o PSD fez cair os "aspetos de desumanidade que estavam a ser trazidos para cima da mesa" e que "as questões ideológicas que estavam em cima da mesa saíram" dos planos.
Leia Também: Secretário-geral do PS expressa solidariedade com vítimas na Venezuela



:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2022/j/r/WnL3BgQoSx1RlOmfrDMg/383213378.jpg)