Partidos de Lula e Flávio Bolsonaro aguardaram posições dos senadores Rodrigo Pacheco e Cleitinho Azevedo, mas devem lançar nomes internos

Belo Horizonte – Os dois partidos mais bem posicionados na disputa eleitoral nacional de 2026 passam por situação parecida (e difícil) na eleição em Minas Gerais. Em busca de um político que pudesse ser um bom palanque para os presidenciáveis no estado, tanto o Partido dos Trabalhadores (PT) quanto o Partido Liberal (PL) buscaram nomes fortes fora dos seus quadros, mas sem sucesso até agora.

Com o início das convenções partidárias, a solução das siglas dos presidenciáveis Lula e Flávio Bolsonaro, após uma série de incertezas, deverá ser a mesma: uma escolha oriunda das suas fileiras.

O PT deve anunciar, nesta segunda-feira (20/7), a escolha do deputado federal Patrus Ananias como seu nome ao Palácio dos Tiradentes. O político já foi prefeito de Belo Horizonte, ministro do Desenvolvimento Social e Combate à Fome durante os dois primeiros governos do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e do Desenvolvimento Agrário durante a gestão de Dilma Rousseff (PT).

Até chegar ao nome do petista, o partido aguardou, por um longo período de tempo, o senador Rodrigo Pacheco (PSB), que recusou a aventura. Posteriormente, boa parte do partido insistiu para que a ex-prefeita de Contagem Marília Campos revisse sua decisão de concorrer ao Senado, mas ela seguiu firme na posição.