Ståle Solbakken, técnico da Noruega, entende que o Brasil ainda é favorito na partida de amanhã (5), às 17h, em Nova Jersey, pelas oitavas de final da Copa do Mundo, mas pondera que a diferença entre as equipes já foi maior.Em entrevista coletiva na vé
Ståle Solbakken, técnico da Noruega, entende que o Brasil ainda é favorito na partida de amanhã (5), às 17h, em Nova Jersey, pelas oitavas de final da Copa do Mundo, mas pondera que a diferença entre as equipes já foi maior.
Em entrevista coletiva na véspera do encontro, o comandante disse que ainda seria uma surpresa se o vencedor deste domingo não vestisse verde e amarelo. Ele lembrou o histórico de os noruegueses nunca terem perdido para os pentacampeões, mas explicou que isso não entrará em campo.
"O Brasil é favorito ainda, mas eu também já disse que não acho que eles são os grandes favoritos como foram anos atrás", disse. "Nosso estilo de jogo pode nos ajudar, mas ainda precisaremos estar 100% para ter chance, caso contrário, não teremos essa chance", completou.
Ele foi novamente questionado sobre a frase que viralizou na comemoração do time após a vitória contra a Costa do Marfim, na fase anterior, quando ele disse que "iria atrás de Ancelotti".
"Eu já disse várias vezes. Eu só queria elogiar o trabalho do Ancelotti, é um dos maiores, talvez o maior técnico da atualidade, tendo ganhado tantas vezes a Champions League. A forma como ele trata os adversários, a forma que ele se comporta no mundo do futebol é um exemplo para todo mundo, incluindo nós. Ele é referência, isso é excelente para o futebol que ele tenha assumido uma seleção nacional e é uma honra para nós enfrentar o Brasil".
Solbakken passou por um momento inusitado na coletiva, quando teve que responder a uma pergunta de um jornalista dos Estados Unidos sobre como convencer fãs de rodeio a assistirem ao jogo de amanhã e ao duelo entre Vini Júnior e Haaland.
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"Se você está interessado em esporte, dá para ver que um deles é uma máquina, nível de aceleração absurdo e excelente condição física e outro é uma bailarina que sabe dançar com a bola", explicou.
Essa não foi a única pergunta sobre o confronto entre Haaland e Vini. O técnico, no entanto, evitou individualizar os duelos de amanhã e disse que o resultado passará pelo nível de confronto entre as seleções de uma maneira geral, inclusive ao elogiar a dupla de zaga formada por Marquinhos e Magalhães, que ele classificou como uma das melhores da Copa.
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