O terramoto foi sentido em vários países das Caraíbas, primeiros relatos apontam para estragos consideráveis em várias estruturas. Ainda, no Mundial, Suíça, do grupo B, passa em primeiro com 7 pontos.

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Jornal da meia-noite com António José Soares e começamos com a notícia de última hora: um sismo de magnitude 7.1 atingiu a Venezuela. Há alerta de tsunami.

O terremoto foi sentido em vários países das Caraíbas. As autoridades estão a avaliar possíveis danos e vítimas. Segundo o Serviço Geológico dos Estados Unidos, o sismo ocorreu por volta das 10 da noite, hora de Lisboa, 6 da tarde locais, com epicentro perto da costa de Sucre, no norte do país, e a uma profundidade de cerca de 10 km, o que aumenta o potencial para provocar fortes vibrações à superfície. O Centro de Alerta de Tsunamis dos Estados Unidos emitiu um aviso para a região das Caraíbas, indicando que o sismo poderá gerar ondas perigosas junto à costa venezuelana e de áreas próximas, mesmo nos Estados Unidos, embora a extensão do risco ainda esteja a ser avaliada.

Por cá, André Ventura diz que o Chega vai votar contra a PSU na votação final global amanhã no Parlamento.

Uma posição assumida esta noite na grande entrevista da RTP. Depois do acordo entre o PSD e o PS sobre a PSU, com o Chega de fora do entendimento, André Ventura afirma que o partido está do lado certo e que com a nova prestação vai ficar tudo na mesma.

O Chega ficou do lado certo da história, porque nós dissemos desde o início que esta era uma oportunidade histórica. E se fosse histórica, era para corrigir. O que é que acontece com esta versão da PSU, que será, em princípio, aprovada amanhã no Parlamento, com os votos contra do Chega? É que deixará tudo exatamente na mesma.

André Ventura na grande entrevista da RTP. As votações na especialidade da PSU terminaram esta noite no Parlamento. A proposta do PSD/CDS-PP consensualizada com o PS foi aprovada na íntegra, com os votos favoráveis dos socialistas. A votação final global é então esta quinta-feira no Parlamento.

José Luís Carneiro afasta uma rutura imediata com o PSD. O secretário-geral do PS tem preparado uma técnica de desgaste.

Isto em oposição às vozes que surgem do interior do Partido Socialista a pedirem um corte com os sociais-democratas, numa altura em que nenhum partido está disposto a avançar para eleições antes do tempo, um cenário que apenas iria beneficiar o Chega. Os socialistas tentam expor a incapacidade do partido de André Ventura na oposição, mas também ganhar tempo.

Uma estratégia que passa, para já, por adiar ao máximo uma posição em relação ao próximo orçamento do Estado.

Depois do acordo entre PS e PSD para a Prestação Social Única, os socialistas querem agora ver como é que o governo se vai comportar este verão, nomeadamente na resposta aos incêndios e à pressão sobre as urgências, para depois definirem a estratégia para a rentrée política. Este é um artigo que faz a história manchete no site do Observador. É assinado pela jornalista de política Rita Tavares.

E o primeiro-ministro justifica o déficit orçamental de 0,7% do PIB no primeiro trimestre com várias contingências.

O chefe do Executivo falava aos jornalistas depois de uma passagem pela missão permanente de Portugal na ONU, em Nova Iorque. Isto depois do INE divulgar que Portugal arrancou o ano com déficit orçamental de 0,7% do PIB. Luís Montenegro fala em situações de crise, como as tempestades que assolaram o país ou o conflito no Médio Oriente. O primeiro-ministro lamenta não ter tido um trimestre como gostaria e lembra que o país teve despesas imediatas a nível de recuperação.

Nós não tivemos um trimestre como aquilo que gostaríamos de ter tido e do ponto de vista orçamental tivemos este reflexo. Tivemos de dar moratórias às empresas e às pessoas também, às portuguesas e aos portugueses que têm crédito à habitação, por exemplo. Tivemos de acudir a despesas imediatas de recuperação. Tivemos de dar apoios suplementares com o desconto no imposto sobre os produtos petrolíferos por via do IVA, para que o impacto do aumento do preço não fosse tão grande e isso tem incidências orçamentais.

As declarações de Luís Montenegro em Nova Iorque.

Mais decisões no Campeonato do Mundo de Futebol. A esta hora, Brasil, Marrocos, Escócia e Haiti decidem as contas do grupo C.

Brasileiros e marroquinos partiam empatados na frente do grupo à entrada para esta última jornada. O jornalista Diogo Varela está aqui conosco em estúdio a acompanhar estes dois jogos que estão agora no intervalo. Diogo, já com 45 minutos jogados, como está a atual classificação do grupo?

Nessa frente da corrida, o Brasil vai levando a melhor. Está a vencer por 2x0 a Escócia e vai valendo também uma belíssima exibição de Vinicius Júnior. O extremo do Real Madrid até já marcou três gols, embora só dois tenham contado. Um deles foi invalidado pela videoarbitragem, mas no outro jogo há uma pequena surpresa. O Haiti já esteve a vencer por duas vezes Marrocos. Agora o jogo está empatado a dois, mas o grande momento do jogo vai para o minuto 43. Wilson Isidore, o haitiano, que faz um golaço, um dos gols deste Campeonato do Mundo. Inclusive, António, eu e a Filipa estávamos aqui em estúdio e ficamos boquiabertos. É um grande gol por parte do modesto Haiti, que está a se bater com Marrocos, ainda assim insuficiente para sonhar com algo mais. Muito rapidamente, no grupo C, Brasil em primeiro com sete pontos, Marrocos em segundo com cinco, a Escócia no terceiro lugar com três e o Haiti em último com um ponto conquistado.

Obrigado. Estão então aqui as atualizações do grupo C feitas pelo jornalista Diogo Varela. Antes, foi a vez de jogar o grupo B. Suíça e Canadá qualificaram-se em primeiro e segundo lugar, respetivamente. A Bósnia ficou em terceiro e aguarda para saber se vai ser um dos melhores terceiros. O Catar acabou em último e está eliminado do Mundial de Futebol.

Passam seis minutos da meia-noite. António, vamos a outros temas em destaque.