André Ventura diz que o partido está do lado certo e que tudo vai ficar na mesma. Ainda, o primeiro-ministro justifica o défice orçamental de 0,7% do PIB no 1º trimestre com "várias contingências".

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Segundo. Jornal das 11 com António José Soares e começamos com André Ventura. Diz que o Chega vai votar contra a PSU na votação final global amanhã no Parlamento.

Uma posição assumida esta noite na grande entrevista da RTP. Depois do acordo entre o PSD e o PS sobre a Prestação Social Única e com o Chega de fora do entendimento, André Ventura afirma que o partido está do lado certo e que com a nova prestação vai ficar tudo na mesma.

O Chega ficou do lado certo da história, porque nós dissemos desde o início que esta era uma oportunidade histórica. E se fosse histórica, era pra corrigir. O que acontece com esta versão da PSU, que será, em princípio, aprovada amanhã no Parlamento, com os votos contra do Chega? É que deixará tudo exatamente na mesma.

André Ventura, esta noite, na grande entrevista da RTP. As votações na especialidade da PSU terminaram hoje no Parlamento. A proposta do PSD/CDS-PP consensualizada com o PS foi aprovada na íntegra, com os votos favoráveis dos socialistas. A votação final global da PSU é amanhã no Parlamento.

José Luís Carneiro afasta uma rutura imediata com o PSD. O secretário-geral do PS tem preparado uma técnica de desgaste.

Isto em oposição às vozes que surgem no interior do Partido Socialista a pedir um corte com os sociais-democratas, numa altura em que nenhuma força partidária está disposta a avançar pra eleições antes do tempo, um cenário que apenas iria beneficiar o Chega. Os socialistas tentam expor a incapacidade do partido de André Ventura na oposição, mas também ganhar tempo.

Uma estratégia que passa, pra já, por adiar ao máximo uma posição em relação ao próximo Orçamento do Estado.

Isto depois do acordo entre PS e PSD para a Prestação Social Única. Os socialistas querem ver como é que o governo se vai comportar este verão, nomeadamente na resposta aos incêndios e à pressão sobre as urgências para definir a estratégia para a rentrée política. Este é um artigo que faz a história manchete no site "O Observador". É assinado pela jornalista da seção de política, Rita Tavares.

O primeiro-ministro justifica o déficit orçamental de 0,7% do PIB no primeiro trimestre, com várias contingências.

O chefe do executivo falava aos jornalistas depois de uma passagem pela missão permanente de Portugal na ONU, em Nova York, depois do INE divulgar que o nosso país arrancou o ano com déficit orçamental de 0,7% do PIB. Luís Montenegro fala em situações de crise, como as tempestades que assolaram o país ou o conflito no Médio Oriente.

Este primeiro trimestre teve várias contingências. Foi o trimestre onde tivemos de ultrapassar as tempestades que assolaram o país e onde tivemos o contacto com a realidade subjacente ao conflito no Médio Oriente, ao aumento do preço dos combustíveis e, por via disso, e por via do bloqueio no Estreito de Ormuz, também a um aumento significativo de vários fatores de produção que impactam no preço de muitos bens, em particular bens alimentares.

O primeiro-ministro lamenta não ter tido um trimestre como gostaria e lembra que o país teve despesas imediatas a nível de recuperação.

O ministro da Administração Interna garante que todos os potenciais alvos do grupo neonazi, que planeava atacar a casa de Luís Montenegro, foram avisados durante o decurso da investigação.

Uma garantia de Luís Neves, que voltou a ser questionado sobre se houve uma falha de comunicação entre polícias e secretas. O ministro não responde diretamente e prefere valorizar o trabalho das autoridades.

Temos que aplaudir o grande trabalho de investigação criminal que foi feito. Foi desmantelada uma organização terrorista de extrema-direita radical, que tinha armas, que fabricava armas, tinha armas de calibre de guerra, tinha motivação, tinha meios, tinha organização, tinha liderança. Isso é um trabalho de grande dificuldade, sobretudo porque é um meio muito fechado. Eu falo disto porque acompanhei a investigação até há quatro meses. O que se passa é: alguma pessoa que durante o decurso da investigação tenha sido detetado que podia ser um alvo, essa pessoa foi alertada.

Luís Neves explica também que depois das buscas foi apreendido bastante material informático, com muita informação, e que quando esses dados foram descodificados pela polícia, já a ameaça não existia, porque a estrutura tinha sido desmantelada.

E já está decidido o primeiro grupo do Mundial de Futebol, é o grupo B. Os jogos terminaram há pouco mais de uma hora. A Suíça passa em primeiro com sete pontos.

E já o Canadá fica em segundo lugar com quatro, os mesmos que a Bósnia, que termina em terceiro, mas com boas possibilidades de ainda ser um dos melhores terceiros apurados para a próxima fase. Quem se despede da competição é o Catar, do treinador espanhol Julen Lopetegui, que ficou em último lugar do grupo com um ponto. A esta hora estão a arrancar os jogos do grupo C, Brasil-Escócia e Marrocos-Haiti. Vão ser acompanhados pelo jornalista Diogo Varel. E Diogo, o Brasil a tentar o primeiro lugar do grupo.

Há essa expectativa e certamente em Portugal, em vários pontos do país, os bares, os cafés, as ruas vão estar cheias. Tem sido assim quando há jogos do Brasil. Pra já, ambas as partidas com 0 x 0. Ainda não tivemos gols. Quatro minutos no Marrocos-Haiti e também quatro minutos no Escócia-Brasil. Portanto, aqui os dois jogos a começar à mesma hora. Há aqui um ponto a ter em conta, António, que é no jogo de Marrocos-Haiti. Desde logo, o quarto árbitro é português, João Pinheiro, mas mais do que isso, este jogo decorre em Atlanta e há um alerta de tempestade na cidade norte-americana. Já tivemos uma má experiência no jogo da França. O jogo da França esteve praticamente duas horas interrompido. Esperemos que não seja aqui o caso deste Marrocos-Haiti. Para já, Brasil e Marrocos estão com os mesmos pontos, cinco, empataram entre eles. Portanto, é na diferença de gols que se poderá decidir o primeiro lugar do grupo. A seleção brasileira tem uma vantagem, neste momento, de +3, saldo de +3, Marrocos +1. Portanto, Brasil tem vantagem de dois gols, embora Marrocos esteja a jogar contra a seleção teoricamente mais acessível do grupo, que é o caso de Haiti, e o Brasil defronta a Escócia, que já não é assim tão acessível. Vamos lá ver, vamos pegar na calculadora e aguardar, António.