Juscelino Kubitschek, presidente entre 1956 e 1961, ficou marcado na história do País e foi interpretado por atores como Wagner Moura e José de Abreu
50 anos depois de sua morte em 22 de agosto de 1976, aos 73 anos, Juscelino Kubitschek continua sendo lembrado como parte de um dos períodos mais marcantes da história política brasileira.
Presidente entre 1956 e 1961, JK ficou associado ao projeto de modernização do País, especialmente pela construção de Brasília e pelo ambicioso Plano de Metas, sintetizado no lema "50 anos em 5".
Veja abaixo quatro produções audiovisuais que investigam a trajetória de Juscelino.
Dirigido por Zelito Viana e estrelado por José de Abreu no papel de Juscelino, o filme combina drama político e romance para retratar um dos momentos mais tensos do governo JK. O longa também explora o relacionamento secreto do presidente com uma jovem mineira, interpretada por Mariana Ximenes.
Exibida pela Globo, a minissérie de Maria Adelaide Amaral e Alcides Nogueira é provavelmente a mais abrangente dessas produções. Em 47 capítulos, acompanha Juscelino desde a infância em Diamantina, a presidência, o exílio e sua morte, em 1976. Wagner Moura interpreta JK na juventude, enquanto José Wilker assume o personagem na fase adulta.
Dirigido por Silvio Tendler, é um dos principais documentários dedicados ao ex-presidente. Lançado quatro anos após a morte de JK, o filme percorre sua ascensão política, desde a entrada na vida pública até a construção de Brasília e a perda dos direitos políticos durante a ditadura militar. O projeto contém narração de Othon Bastos e depoimentos de figuras como Tancredo Neves, Henrique Teixeira Lott e Oscar Niemeyer, utilizando imagens de arquivo.
Dirigido por André Sturm e protagonizado por Mel Lisboa, este thriller político revisita JK por um caminho diferente. A trama começa após a morte do ex-presidente, quando uma jornalista enviada para cobrir seu velório passa a desconfiar da versão oficial de que ele morreu em um acidente de carro. A morte de João Goulart, meses depois, e a de Carlos Lacerda, em 1977, levam a personagem a investigar uma possível articulação envolvendo as ditaduras sul-americanas.
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