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Megan Garcia não pretendia se tornar uma das figuras mais importantes na luta pela regulamentação da inteligência artificial. Advogada e mãe de três filhos, Garcia é o tipo de mãe que percebe quando algo está errado. Quando seu filho mais velho, Sewell, fez 14 anos, abandonou o time de basquete, enfurnou-se no quarto e começou a ficar estranhamente calado. Em vez de ignorar essas mudanças, ela limitou seu tempo de tela e chegou a confiscar seu celular como forma de punição. Mas nem isso foi suficiente.