O jurista da CMS Portugal João Leitão Figueiredo considera que abrandar o desenvolvimento da inteligência artificial é uma ilusão e que o futuro da tecnologia será determinado pela competência.

O jurista da CMS Portugal João Leitão Figueiredo considera que abrandar o desenvolvimento da inteligência artificial é uma ilusão e que o futuro da tecnologia será determinado pela competência em compreendê-la e governá-la adequadamente.

Vários têm sido os apelos para abrandar o ritmo da inteligência artificial (IA), sendo que os mais recentes vieram do Papa Leão XIV e da norte-americana Anthropic, com esta última a alertar que a tecnologia poderia criar o seu próprio sucessor autonomamente nos próximos tempos.