Apenas uma das dez representantes do continente não conseguiu seguir na competição, marcando um feito inédito na história dos Mundiais
Compartilhar matériaA Copa do Mundo de 2026 se tornou um marco histórico para as seleções africanas. Nove países do continente garantiram vaga no mata-mata, um feito inédito que representa um aumento de 4,5 vezes em relação ao recorde anterior, estabelecido na edição passada do Mundial.
Após o encerramento da fase de grupos, as equipes classificadas são África do Sul, Marrocos, Senegal, Costa do Marfim, República Democrática do Congo (RD Congo), Cabo Verde, Egito, Argélia e Gana. A representação massiva consolida o continente como uma força crescente no futebol global.
A Tunísia foi a única seleção africana eliminada da competição. Integrante do Grupo F, a equipe não conquistou pontos, sofrendo derrotas para Suécia (5x1), Japão (4x0) e Holanda (3x1).
Em 2022, Marrocos fez uma campanha memorável, chegando às semifinais e sendo eliminado pela França. Naquela edição, Senegal também avançou para o mata-mata, caindo nas oitavas de final. Esse cenário, ao lado de 2014, quando Nigéria e Argélia se classificaram, representava o ápice africano até então.
O feito atual da Copa de 2026 supera esses recordes anteriores em 4,5 vezes. A marca reflete o crescimento e a evolução das seleções africanas no cenário futebolístico mundial.
Com nove equipes no mata-mata, a África se posiciona como o segundo continente com maior número de representantes na fase eliminatória da Copa do Mundo de 2026. Apenas a Europa, com 13 seleções, supera esse desempenho.
Este avanço gera grande empolgação para o continente. Historicamente, nenhuma seleção africana havia passado da fase de grupos até 1986, quando Marrocos chegou às oitavas de final. Além disso, em 2018, a ausência de representantes africanos no mata-mata havia acendido um alerta sobre o desempenho. O resultado atual reverte completamente essa tendência.



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