Bruno Dantas formalizou sua saída do tribunal nesta segunda (31/8). Indicação para cadeira é do Senado Federal
O entorno do ex-presidente do Senado Rodrigo Pacheco (PSB-MG) espera que a votação de sua indicação ao Tribunal de Contas da União (TCU) seja realizada no plenário da Casa na quarta-feira (2/9), quando haverá sessão presencial.
A indicação de Pacheco deve ser formalizada para o tribunal depois da renúncia de Bruno Dantas do cargo de ministro nesta segunda (31/8). Dantas ficará no cargo até 9 de setembro.
A indicação para a cadeira vaga no TCU é do Senado Federal e o nome do ex-presidente da Casa para o cargo já era precificada pelos líderes da Casa. Dantas já havia sinalizado desde o ano passado que pretendia deixar o tribunal de contas.
O nome de Pacheco será apreciado direto pelo plenário do Senado, sem ser sabatinado, assim como aconteceu com Odair Cunha, ex-deputado do PT que foi indicado pela Câmara no 1º semestre.
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O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), é o principal fiador da indicação ao TCU. Alcolumbre queria o aliado no STF, mas como Lula não o escolheu, o tribunal passou a ser um caminho para Pacheco. Caso seja aprovado, o senador ficará no cargo até os 75 anos.
A votação para sua escolha é secreta. A apreciação passa pelo Senado e pela Câmara. Aprovado nas duas Casas, ele já pode assumir o posto.
Aliados de Pacheco dizem que o ex-presidente do Senado ainda não definiu quando deve assumir a cadeira no TCU, se logo após ser aprovado pelo Congresso ou só em fevereiro, quando acaba seu mandato como senador.

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