A Caixa Geral de Depósitos, S.A. anunciou a alteração da morada da sua sede social, que passará a ser no Parque das Nações, em Lisboa, aguardando-se agora...
Caixa Geral de Depósitos
Agora é oficial, a Caixa Geral de Depósitos (CGD) já tem uma nova casa no Parque das Nações, em Lisboa. O banco informou esta quarta-feira, em comunicado enviado à Comissão de Mercado de Valores Mobiliários (CMVM), a "alteração da morada da sede social".
"A Caixa Geral de Depósitos, S.A. informa que o Conselho de Administração aprovou a alteração da morada da sede social, com efeitos a partir de 1 de setembro de 2026, aguardando-se o respetivo registo junto da Conservatória do Registo Comercial", pode ler-se na nota divulgada.
Desta forma, fica oficializada a mudança da sede da CGD para o Parque das Nações, em Lisboa: "A morada da sede social, a partir desta data, é a seguinte: Avenida Dom João II, n.º 1, 1998-038 Lisboa, Portugal".
A CGD explica que "esta informação é divulgada nos termos e para os efeitos do disposto no artigo 29º - K do Código dos Valores Mobiliários".
O presidente executivo da CGD garantiu hoje que o banco nunca está disponível para vender um ativo a qualquer preço, considerando interessante a alienação das ações no Banco Caixa Geral - Brasil à MD Capital, por "um valor positivo".
O presidente executivo da Caixa Geral de Depósitos (CGD) disse no início do ano, em conferência de imprensa, que os elevados resultados registados pelo banco em 2025 serão difíceis de repetir, mas que espera manter lucros superiores a 1.000 milhões de euros.
"Estes resultados serão difíceis de sustentar por causa da concorrência. (...) Este nível de resultados não é algo que pensamos que se vá manter", disse Paulo Macedo, durante a apresentação em Lisboa dos lucros históricos de 1.900 milhões de euros relativos a 2025.
Também as reuniões de Conselho de Ministros vão passar a realizar-se no novo Campus XXI.
Ainda assim, o gestor (e ex-ministro da Saúde do Governo PSD/CDS-PP) considerou que espera que a CGD mantenha "resultados substanciais" nos próximos anos.
Na resposta aos jornalistas, Macedo disse mesmo que perante o capital investido na CGD (de 11.000 milhões de euros) para o banco ter rentabilidade dos capitais "tem de ter, em princípio, sempre lucro superior a 1.000 milhões de euros".
Se não der esse lucro, o resultado não paga o custo de capital, explicou.
Quanto a comissões, Macedo disse que a CGD não irá, este ano, alterar preçários nem mexer em isenções. Contudo, acrescentou, que algum dia o banco terá de rever as comissões cobradas (incluindo as isenções).
"Não vamos mexer no precário. A intenção é, pelo quarto ano, não o fazer. Temos de ver até quando isto é compatível...", afirmou.
A Caixa Geral de Depósitos (CGD) já emprestou aos jovens até 35 anos cerca de 2.500 milhões de euros através da garantia do Estado, que está operacional desde janeiro de 2025, informou hoje o banco público.
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