A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) aprovou um novo tratamento para o linfoma não Hodgkin, um tipo agressivo da doença.O que aconteceuO medicamento Columvi (glofitamabe) combinado com os quimioterápicos gencitabina e oxaliplatina passou
A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) aprovou um novo tratamento para o linfoma não Hodgkin, um tipo agressivo da doença.
O medicamento Columvi (glofitamabe) combinado com os quimioterápicos gencitabina e oxaliplatina passou a ser autorizado no Brasil. A autorização foi publicada hoje e é indicada para alguns pacientes com poucas opções terapêuticas.
Indicação é para adultos com linfoma difuso de grandes células B não especificado que voltou ou não respondeu ao tratamento. Segundo a agência, o remédio é voltado a pacientes recidivantes ou refratários (sintomas não respondem aos tratamentos convencionais) e que não podem fazer transplante autólogo de células-tronco.
Columvi é um anticorpo monoclonal biespecífico humanizado, uma classe de terapia que tenta direcionar o sistema imune contra o tumor. O órgão explica que o fármaco se liga ao CD20, presente nas células B tumorais, e ao CD3, nas células T, para ativar a resposta de defesa e destruir as células doentes.
Linfoma difuso de grandes células B é o subtipo mais comum de linfoma não Hodgkin agressivo. A Anvisa diz que a liberação amplia as opções de tratamento no Brasil para pacientes com linfoma agressivo em cenário de necessidade clínica.
Linfoma é um tipo de câncer que se desenvolve no sistema linfático, rede ligada à defesa do organismo. Ele pode surgir em gânglios linfáticos (linfonodos), estruturas presentes, por exemplo, no pescoço, nas axilas e nas virilhas.
Quando há uma multiplicação desordenada de células de defesa nesses gânglios, podem aparecer os linfomas. ão necessários vários tipos de exames para o diagnóstico adequado da doença, como: biópsia, punção lombar, tomografia computadorizada e ressonância magnética.
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