Ministro autorizou operação da PF que mira desvios de emendas parlamentares e apura se parte do dinheiro financiou o filme Dark Horse
Na decisão em que autorizou a Operação Make Up da Polícia Federal (PF), que apura supostos desvios de emendas parlamentares, o ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), citou um possível elo da facção criminosa PCC com empresas ligadas à produção do filme Dark Horse – que retrata a trajetória do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL)
“Friso que há indícios de que se cuida de um só sistema delitivo, alimentado inclusive por emendas parlamentares federais, além da menção a atos interligados até com a facção criminosa PCC”, escreveu o ministro ao autorizar a operação.
A suspeita surgiu por movimentações do Instituto Conhecer Brasil (ICB), da empresária Karina Gama, que teria firmado um subcontrato com uma empresa de Alex Leandro Bispo dos Santos – apontado como integrante da facção, para prestação de serviços no projeto “Wifi Livre SP”, cujo valor total seria de R$ 12 milhões, em contrato com a Prefeitura de São Paulo.
A empresa da qual Alex Leandro era sócio é a Urban Connect Serviços e Tecnologia (atinga Favela Conectada Serviço e Tecnologia Ltda.). Segundo a decisão, ele era o único sócio da empresa desde sua fundação, em agosto de 2020, e passou a propriedade da companhia para sua companheira Tatiane Camargo de Oliveira Fernandes em 14 de janeiro deste ano.
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Jim Caviezel no 1º trailer de Dark Horse, cinebiografia de Jair Bolsonaro
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