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A desaceleração da economia brasileira pode se tornar bem mais evidente em 2027, mas o alívio na atividade não deve resolver sozinho o problema da inflação. Ao mesmo tempo, o endividamento elevado de famílias e empresas começa a acender sinais de alerta no crédito, enquanto a eleição adiciona uma camada extra de incerteza sobre câmbio, juros e política fiscal. É nesse ambiente que Bruno Bak, gestor da Itaú Asset Management à frente da família de fundos Artax, que vem de um período de desempenho forte, prefere carregar menos risco doméstico do que de costume. “É um ambiente de muita incerteza no Brasil e as posições estão menores do que a nossa média histórica”, diz.