O bloqueio de verbas do Fundo de Participação dos Municípios a Petrópolis, se não for revertido, pode causar um prejuízo de mais de R$ 50 milhões no segundo semestre deste ano. Para se ter uma ideia, este valor é o suficiente para cobrir, por exemplo, o pagamento do décimo terceiro salário, tema que deve ser [...]
O bloqueio de verbas do Fundo de Participação dos Municípios a Petrópolis, se não for revertido, pode causar um prejuízo de mais de R$ 50 milhões no segundo semestre deste ano. Para se ter uma ideia, este valor é o suficiente para cobrir, por exemplo, o pagamento do décimo terceiro salário, tema que deve ser alvo de pressão por parte dos servidores a partir do mês de julho. Até esta sexta-feira, a Prefeitura ainda estava incluída na lista de entes públicos bloqueados no Sistema do Tesouro Nacional. Até agora, o município recebeu, em média, R$ 8,5 milhões líquidos do FPM por mês, com algumas variações.
Enquanto isso, Petrópolis deve ganhar o reforço de R$ 1,7 milhão para ações emergenciais na assistência social, saúde e recuperação da infraestrutura em áreas afetadas por desastres naturais. O município é um dos 26 contemplados por uma lei do presidente da Alerj, Douglas Ruas, e do deputado Guilherme Delaroli que repassam, no total, R$ 45,5 milhões do Fundo Especial da Alerj aos municípios que estão em situação de calamidade.
Independente do motivo, Partisans já estão ansiosos para o depoimento de Rossi à CPI. Isso porque um dos integrantes do grupo que está investigando os recursos é o também petropolitano e arquirrival de Bernardo, Yuri Moura, que gosta de um embate e tem uma oratória afiada. Promete ser um duelo de titãs.
É de lascar a insistência do Governo do Estado em procrastinar com a entrega da Delegacia da Mulher, uma necessidade seja por conta de Petrópolis ser a maior cidade da região, pela incidência de casos ou pela mobilização da sociedade e de órgãos de controle. Mesmo após a Prefeitura indicar espaços para o funcionamento, o Estado ainda pede mais um tempinho (só dois anos, coisa básica), como se o assunto não fosse prioritário. Alô, Couto! Bota jeito nisso!
A gente pega no pé, mas também sabe reconhecer quando nossas autoridades tomam medidas ousadas, que podem gerar um desconforto, mas precisam ser pelo menos testadas. É o caso da CPTrans com o trânsito no entorno da Bauernfest. O presidente da companhia, Luciano Moreira, vai testar, na próxima semana, o fechamento da ponte entre a 13 de Maio e o acesso ao Palácio de Cristal. Quem contornar vai ter que dar uma volta de pouco mais de um quilômetro. Vai dar desgaste, mas há a perspectiva de melhorar a circulação, evitando o cruzamento. É melhor testar do que não fazer nada.


0 Comentário(s)
Deixe seu comentário