Encontro na PUC-Rio, nos dias 21 e 22 de setembro, reunirá empresas, universidades e órgãos do setor para comparar pesquisas e aplicações nos dois países
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Especialistas do Brasil e China se reúnem na PUC-Rio para discutir o impacto da inteligência artificial no setor elétrico. O workshop, organizado pela State Grid Brazil Holding, focará em como a IA pode otimizar a previsão de geração de energia solar e eólica, transformando pesquisas acadêmicas em soluções práticas para a indústria. Um intercâmbio crucial para o futuro da energia.
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Resumo gerado por ferramenta de IA treinada pela redação da Editora Abril.
Prever quanta eletricidade será produzida por usinas solares e eólicas é uma tarefa que muda junto com o tempo. É também um exemplo de problema que interessa a quem estuda o uso de inteligência artificial no setor elétrico. O Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) já pesquisa modelos para melhorar a previsão da geração solar. Nos dias 21 e 22 de setembro, especialistas brasileiros e chineses vão se reunir na PUC-Rio para discutir o que ferramentas desse tipo podem fazer pelas redes de energia, além dos cuidados necessários antes de adotá-las.
O encontro, organizado pela State Grid Brazil Holding (SGBH), é o primeiro workshop dedicado à inteligência artificial da Aliança para Inovação e Compartilhamento Tecnológico no Setor Elétrico, conhecida pela sigla EISA. A programação integra o Fórum China-Brasil 2026 sobre Inteligência Artificial para Sistemas de Energia do Futuro e o sexto fórum técnico da aliança. Segundo os organizadores, haverá apresentações sobre experiências chinesas, aplicações no Brasil e pesquisas que possam envolver instituições dos dois países.
O vice-presidente da SGBH, Ramon Haddad, afirma que uma das intenções é aproximar o trabalho feito nas universidades das necessidades de quem opera o setor:
“Esse intercâmbio visa, entre outros aspectos, transformar a pesquisa acadêmica em aplicações objetivas e em soluções industriais aplicadas e seguras”.
A lista de participantes prevista pela organização inclui representantes da State Grid Corporation of China, ONS, Empresa de Pesquisa Energética (EPE), Energisa, Centro de Pesquisa em Energia Elétrica (Cepel) e universidades como UFRJ, PUC-Rio, UFPB e USP. Instituições que não fazem parte da EISA também poderão acompanhar o encontro.
Criada em novembro de 2024, a aliança começou com 15 integrantes e hoje reúne 38, segundo a SGBH. O workshop é gratuito. As inscrições podem ser feitas pelo formulário on-line.




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