O Brasil pagou R$ 14,2 bilhões em ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias) sobre fretes em dois anos, segundo análise da Qive, plataforma de gestão de contas a pagar. Leia mais (06/24/2026 - 13h00)
Editado por Alex Sabino (interino), espaço cobre os bastidores da economia e de negócios. Com Luana Franzão e Maria Clara Guilherme
Recurso exclusivo para assinantes
assine ou faça login
benefício do assinante
Você tem 7 acessos por dia para dar de presente. Qualquer pessoa que não é assinante poderá ler.
benefício do assinante
Assinantes podem liberar 7 acessos por dia para conteúdos da Folha.
Salvar para ler depois
Recurso exclusivo para assinantes
assine ou faça login
Painel S.A. Receba no seu email as informações exclusivas da coluna Painel S.A.
O Brasil pagou R$ 14,2 bilhões em ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias) sobre fretes em dois anos, segundo análise da Qive, plataforma de gestão de contas a pagar.
O país gerou R$ 211 bilhões em fretes, conforme o levantamento.
O varejo lidera o volume de movimentações, com 52,1 milhões de CTes (Conhecimentos de Transporte Eletrônico) —documento fiscal digital obrigatório para registrar a prestação de serviços de transporte de cargas— emitidos durante o período, mas tem um dos menores tickets médios, de R$ 1,5 mil.
Por outro lado, segmentos como Energia e Agronegócio dominam o montante financeiro, acumulando mais viagens de longa distância e com preço maior. Os tickets médios são de R$ 11,5 mil e R$ 5,4 mil, respectivamente.
O estudo levantou informações no período de 1º de janeiro de 2024 a 31 de dezembro de 2025, usando uma base de 194,2 milhões de CTes emitidos.
A plataforma analisa que o mercado de frete difere de outros do B2B ("business to business", sigla em inglês para designar vendas entre negócios, sem chegar ao cliente final). Nesse segmento, enquanto a maior parte adota financiamentos a longo prazo, o transporte opera em ciclo rápido e sem margem para parcelamento.
"Isso é um ponto crítico de controle para a conferência do documento. Se o frete é pago em dias e de uma vez, o erro que não for capturado no CTe quase não tem janela de correção", avalia Guilherme Martins, gerente de produto na Qive.
Voltar Compartilhe Ícone Facebook Facebook Ícone Whatsapp Whatsapp Ícone X X Ícone de messenger Messenger Ícone Linkedin Linkedin Ícone de envelope E-mail Ícone de linkCadeado representando um link Copiar link Ícone fechar
Concentração regional Dados apontam que o estado de São Paulo é a origem de 56,6% de todos os CTes do país, com 6,9 milhões de documentos emitidos. Na visão da plataforma, a distribuição evidencia o destaque do anel de distribuição metropolitano composto por Cajamar, Guarulhos, Barueri e Sumaré.



0 Comentário(s)
Deixe seu comentário