Avaliação: 37% dos entrevistados avaliam a administração petista como “ótima ou boa”, ao passo que 46% a classificam como “ruim ou péssima”

O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) é aprovado por 46% e desaprovado pela maioria do eleitordo brasileiro – 51%. É o que revela a pesquisa BTG/Nexus divulgada nesta segunda-feira (31/8). Os que não sabem ou não responderam representam 2%.

De acordo com os dados, a percepção sobre o governo atual sofreu leve oscilação em relação ao levantamento anterior, divulgado no dia 24 de agosto. Naquela ocasião, a aprovação era 48% e a desaprovação somava 49%.

No detalhamento qualitativo do governo federal, 37% dos entrevistados avaliam a administração petista como “ótima ou boa”, ao passo que 46% a classificam como “ruim ou péssima”. A parcela de eleitores que considera o desempenho da gestão “regular” soma 18%.

Com 50%, o senador Flávio Bolsonaro (PL) volta a ultrapassar numericamente o presidente Lula, que tem 48%, e, mesmo em um cenário de empate técnico, agora é o nome mais rejeitado pelo eleitor brasileiro.

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Flávio Bolsonaro — 50% Luiz Inácio Lula da Silva — 49% Pablo Marçal (PRTB) – 47% Romeu Zema (Novo) — 41% Renan Santos (Missão) — 40% Ronaldo Caiado (PSD) — 34%

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Na simulação do segundo turno, Lula segue empatado tecnicamente com Flávio Bolsonaro e com Ronaldo Caiado.

No primeiro turno, Lula aparece com 39% das intenções de voto, enquanto Flávio tem 33%. A diferença entre o petista e o senador, de 6 pontos percentuais, está fora da margem de erro da pesquisa, de dois pontos percentuais para mais ou para menos.

A novidade desta sondagem é o crescimento do escritor Augusto Cury (Avante), que, em relação à amostra anterior, saiu de 2% para 11% das intenções de votos e tirou o terceiro lugar de Caiado no primeiro turno.

Já no segundo turno, Lula também aparece numericamente à frente, mas está empatado tecnicamente com Flávio (46% x 45%) e com Caiado (45% x 44%).

Este é o primeiro levantamento divulgado após o início da propaganda eleitoral para o pleito presidencial de 2026

Foram ouvidos 2.005 eleitores entre os dias 28 e 30 de agosto. A margem de erro é de 2 pontos percentuais para cima ou para baixo, com intervalo de confiança de 95%.