Bem vindo, FlatOuter! Aqui está nossa seleção diária das notícias mais importantes e relevantes do mundo automotivo para você ficar por dentro de tudo, sem perder tempo com rage-baits, discussões rasas e textos desalmados gerados por IA alucinadas. (Para comp…
Bem vindo, FlatOuter! Aqui está nossa seleção diária das notícias mais importantes e relevantes do mundo automotivo para você ficar por dentro de tudo, sem perder tempo com rage-baits, discussões rasas e textos desalmados gerados por IA alucinadas.
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O Lyriq chega na versão Signature Luxury, com dois motores elétricos, tração integral e 500 cv. A bateria de 95,7 kWh proporciona autonomia de 405 km pelo Inmetro e aceita recarga rápida de até 132 kW. Entre os equipamentos estão rodas de 22 polegadas, bancos com aquecimento, ventilação e massagem, teto panorâmico, head-up display e sistema de som AKG com 19 alto-falantes.
Acima dele está o Vistiq, um SUV de três fileiras e seis lugares com dois motores, tração integral e 604 cv. Ele vai de zero a 100 km/h em 4,1 segundos, tem 395 km de autonomia pelo Inmetro e acrescenta suspensão a ar, esterçamento das rodas traseiras, climatização de cinco zonas, visão noturna por infravermelho e sistema AKG de 23 alto-falantes.
Inicialmente haverá apenas três pontos de atendimento, operados pela Eurobike em São Paulo, Metrosul em Curitiba e Tecar em Brasília. O terceiro modelo da gama, o Optiq, chega no primeiro semestre de 2027 e ficará abaixo do Lyriq.
A Cadillac claramente não pretende disputar o topo da tabela das marcas premium, mantendo uma operação de baixo volume. A questão é se o nome Cadillac ainda tem algum peso para os compradores brasileiros, especialmente em um momento em que nomes de peso estão sendo preteridos em favor de marcas novas que prometem entregar muito por menos dinheiro. (Leo Contesini)
Peguei vocês com essa, né? Mas sim, a Volkswagen acaba de apresentar o modelo mais potente de sua história a carregar a sigla GTI. Não, não é um Golf: é o elétrico ID.3 GTI.
Trata-se do segundo modelo a bateria a carregar a lendária sigla — o primeiro foi o ID. Polo GTI, que foi revelado no mês de maio com 226 cv e tração dianteira. Agora, o ID.3 GTI eleva o nível e dispõe de 326 cv, além de 55,6 kgfm de torque. Sua potência é exatamente 1 cv maior que a do Golf GTI Edition 50, antigo detentor do título, que foi lançado no final de 2025 e dispõe de 325 cv e 42,8 kgfm de torque no conhecido motor 2.0 turbo TSI.
Toda a decoração que se espera de um GTI está ali: os badges, o friso vermelho na dianteira (que, sejamos francos, ficou bem integrado à grade), as rodas com desenho exclusivo e leve inspiração retrô e tudo o mais. Por dentro, o volante de base reta com uma marca vermelha na posição das 12 horas está presente, assim como os bancos com encostos no estilo concha, revestimento parcial em Alcantara e o tradicional padrão tartan no tecido.
Mas, sendo bem transparente, a única grande novidade do ID.3 GTI é mesmo o emblema, porque em essência trata-se do mesmo ID.3 GTX que era vendido antes da reestilização do modelo em abril. A parte técnica é toda igual: do motor elétrico à bateria de 79 kWh alojada no assoalho — característica da plataforma MEB da geração anterior, compartilhada também com o ID. Buzz e o ID.4.
E sim, desempenho também é o mesmo do GTX: o zero-a-cem é cumprido em 5,6 segundos e velocidade máxima limitada eletronicamente em 200 km/h. Este último número não impressiona tanto para um GTI — mesmo que existam poucos lugares no mundo em que se pode atingir tal velocidade dentro da lei, não é o que se espera de um esportivo. Nessa métrica o Golf GTI Edition 50 ainda é soberano, indo de zero a 100 km/h em 5,3 segundos e seguindo até os 270 km/h.
Para o ID.3 GTI, o dado mais relevante, porém, é a autonomia: com a carga cheia, ele pode rodar até 601 km em condições ideais, e a bateria consegue ir de 10% a 80% em 29 minutos. Porque é isso que a gente procura em um GTI, não é mesmo? (Dalmo Hernandes)
Há quem pense que um Rolls-Royce, por mais que seja um carro incrível, é meio que um exercício em futilidade apreciado (e comprado) por gente com tanto dinheiro que não sabe mais o que fazer com ele. É um argumento convincente, porque há uma série de carros de luxo tão confortáveis quanto um Rolls, que andam tanto quanto um Rolls, e custam uma fração do que custa um Rolls.
Acontece que quando a gente começa a enxergar cada Rolls-Royce menos como um simples automóvel e mais como um monumento à engenharia, ao design e à pura arte de se fazer um automóvel, sem limitadores como orçamento ou prazos de entrega, fica mais fácil entender seu apelo e apreciar o trabalho. E talvez uma das maiores expressões dessa forma de pensar seja o recém-apresentado Rolls-Royce Phantom Hummingbird.
O que o faz diferente é a simples adição de um material específico no acabamento interno: madrepérola de abalone, uma espécie de molusco. Trata-se de um tipo especial de madrepérola — o revestimento interno da concha de certos moluscos — que exibe um padrão marcante de linhas escuras e cores intensas que mudam dependendo de como a luz incide sobre ele.
Diferentemente da madrepérola comum, a madrepérola de abalone é muito mais frágil e quebradiça, exigindo muito cuidado e delicadeza na hora de manipular o material. A Rolls-Royce diz que seus artesãos passaram nove meses desenvolvendo a técnica correta para cortar e posicionar os pedaços de madrepérola no interior do carro, em um trabalho que levou 45 horas para ficar pronto.
Obviamente não há qualquer menção ao valor pago pelo exemplar exclusivo do Phantom — mas, para ter noção, basta lembrar que em Dubai um exemplar começa em 2 milhões de Dirhams, o que dá pouco mais de R$ 2,8 milhões. (Dalmo Hernandes)
A CAOA Changan lançou nesta quarta-feira (16) o CS55, sua opção para enfrentar Jeep Compass e Toyota Corolla Cross. Ele chega em três versões, começando em R$ 145.000 e vai até os R$ 190.000 no modelo de topo, equipado com um sistema híbrido plug-in de 286 cv.
O conjunto combina um motor 1.5 turbo flex com um motor elétrico e uma transmissão dedicada aos híbridos, entregando 286 cv e 47 kgfm. A autonomia total declarada chega a 1.200 km com tanque e bateria cheios, embora a CAOA Changan ainda não tenha informado a capacidade da bateria, o tempo de recarga nem a autonomia exclusivamente elétrica.
As outras duas versões, Prime e Infinity, usam o 1.5 turbo flex de 180 cv e 29,2 kgfm, associado a um câmbio de dupla embreagem e sete marchas. A Prime custa R$ 144.990 e a Infinity, R$ 154.990. As duas são produzidas em Anápolis, enquanto os preços anunciados são promocionais e ainda não há prazo divulgado para o fim da campanha.



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