O ex-governador de Goiás e pré-candidato à Presidência da República pelo PSD Ronaldo Caiado afirmou nesta segunda-feira (22) que, caso seja eleito, enviará todas as reformas estruturais ao Congresso Nacional e disse ainda que não vai contestar os resultados d…

O ex-governador de Goiás e pré-candidato à Presidência da República pelo PSD Ronaldo Caiado afirmou nesta segunda-feira (22) que, caso seja eleito, enviará todas as reformas estruturais ao Congresso Nacional e disse ainda que não vai contestar os resultados das urnas eleitorais em outubro. A declaração foi dada durante evento promovido pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), em Brasília.

Caiado defendeu que nenhum presidenciável deve recorrer à "presunção de inocência" para governar o país e ressaltou que, caso a moral de qualquer um dos candidatos for posta em dúvida, não deve concorrer na eleição. Ao avaliar o pleito, disse que o “divisor de águas” no segundo turno será a “autoridade moral” dos candidatos, que será avaliada pelos eleitores.

A fala do ex-governador ocorreu logo após o discurso do senador e pré-candidato do PL à Presidência Flávio Bolsonaro (RJ) no mesmo evento. Flávio é suspeito no escândalo do caso Master. Áudio indica que Flávio chegou a negociar com o ex-banqueiro Daniel Vorcaro o financiamento da cinebiografia do seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

Na base governista, por sua vez, o líder do governo no Senado Federal, Jaques Wagner (PT-BA), foi alvo de uma nova fase da Operação Compliance Zero na semana passada. O parlamentar é amigo há mais de quatro décadas do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que também deve concorrer à reeleição.

Questionado diretamente se fazia referência ao senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), Caiado respondeu que não foi ao evento para “fulanizar” ninguém.

Na avaliação dele, quem for governar o país pelos próximos quatro anos tem que ter “honestidade” e não trabalhar pensando na reeleição do mandato presidencial. “Ninguém governa instigando a briga e o desencontro”, declarou. Caso seja eleito, Caiado frisou que não tentará ser reeleito. “Eleito, só serei candidato por um mandato”, disse a jornalistas.

Em relação ao plano de governo, Caiado não detalhou as medidas previstas, mas afirmou que buscará fazer não apenas uma reforma, mas todas as necessárias. “Estarão prontas todas em 5 de janeiro para que a gente possa, a partir daí, poder discutir um país”, disse, mesmo reconhecendo que não existe “varinha mágica” para resolver os problemas do país.

Durante coletiva após o evento, o presidenciável do PSD listou algumas reformas que serão apresentadas ao Congresso, se for eleito. Entre as citadas estão a revisão da reforma tributária, o “resgate” da reforma trabalhista, a criação de condicionantes para ser ministro em todos os tribunais superiores, além das reformas da previdência e administrativa.

Ainda sobre as propostas, disse ser favorável a implementar políticas plurianuais da indústria, da mineração, da agropecuária e da tecnologia.

Ele destacou que o Brasil é uma liderança na questão de riquezas naturais, mas que falta fazer um levantamento dos recursos, como o reconhecimento dos minérios no subsolo. “Nem um outro país compete conosco em riquezas naturais. Somos hoje o subsolo mais poderoso do mundo”, pontuou.

Caiado foi o último presidenciável a falar no evento, que reuniu pré-candidatos e empresários do setor produtivo para debater sobre o desenvolvimento no país. Eles também divulgaram suas respectivas propostas de governo. Além do ex-governador e do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), participou também o ex-governador de Minas Gerais Romeu Zema (Novo).

A CNI, por sua vez, entregou aos presidenciáveis presentes no evento um documento com as propostas do setor industrial. Entre as principais sugestões estão a contenção de gastos públicos, flexibilização do Orçamento e revisão na concessão de programas e benefícios sociais. Por exemplo, o redesenho do Benefício de Prestação Continuada (BPC) e do abono salarial.

A confederação defendeu também a unificação dos mínimos constitucionais de saúde e educação em um único piso social.

O ex-governador de Goiás e pré-candidato à Presidência da República pelo PSD Ronaldo Caiado afirmou nesta segunda-feira (22) que, caso seja eleito, enviará todas as reformas estruturais ao Congresso Nacional e disse ainda que não vai contestar os resultados das urnas eleitorais em outubro. A declaração foi dada durante evento promovido pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), em Brasília.

Caiado defendeu que nenhum presidenciável deve recorrer à "presunção de inocência" para governar o país e ressaltou que, caso a moral de qualquer um dos candidatos for posta em dúvida, não deve concorrer na eleição. Ao avaliar o pleito, disse que o “divisor de águas” no segundo turno será a “autoridade moral” dos candidatos, que será avaliada pelos eleitores.

A fala do ex-governador ocorreu logo após o discurso do senador e pré-candidato do PL à Presidência Flávio Bolsonaro (RJ) no mesmo evento. Flávio é suspeito no escândalo do caso Master. Áudio indica que Flávio chegou a negociar com o ex-banqueiro Daniel Vorcaro o financiamento da cinebiografia do seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

Na base governista, por sua vez, o líder do governo no Senado Federal, Jaques Wagner (PT-BA), foi alvo de uma nova fase da Operação Compliance Zero na semana passada. O parlamentar é amigo há mais de quatro décadas do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que também deve concorrer à reeleição.

Na avaliação de Caiado, quem for governar o país pelos próximos quatro anos tem que ter “honestidade” e não trabalhar pensando na reeleição do mandato presidencial. “Ninguém governa instigando a briga e o desencontro”, declarou.

Em relação ao plano de governo, Caiado não detalhou as medidas previstas, mas afirmou que buscará fazer não apenas uma reforma, mas todas as necessárias. “Estarão prontas todas em 5 de janeiro para que a gente possa, a partir daí, poder discutir um país”, disse, mesmo reconhecendo que não existe “varinha mágica” para resolver os problemas do país.

Ainda sobre as propostas, disse ser favorável a implementar políticas plurianuais da indústria, da mineração, da agropecuária e da tecnologia.