PL da Misoginia não avançou apesar de apelos da bancada feminina. Governo focou em destravar dívidas rurais

A Câmara dos Deputados antecipou o recesso de meio de ano e, sem acordo, pautas importantes ficarão para agosto. O principal entrave gira ao redor do projeto de lei da misoginia, travado por falta de acordo com as bancadas cristãs da Casa.

A bancada feminina tentou pressionar o presidente Hugo Motta (Republicanos-PB) a levar o PL para votação na quarta-feira (15/7). A relatora, Tabata Amaral (PSB-SP), chegou a procurar o Palácio do Planalto para buscar apoio, mas a movimentação não prosperou.

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