Em meio à onda de boatos sobre uma eventual retirada de Nossa Senhora Aparecida do título de padroeira do Brasil, a campanha de Flávio Bolsonaro (PL) fez uma live com líderes religiosos na tarde de hoje. A live teve a participação de personalidades com

Em meio à onda de boatos sobre uma eventual retirada de Nossa Senhora Aparecida do título de padroeira do Brasil, a campanha de Flávio Bolsonaro (PL) fez uma live com líderes religiosos na tarde de hoje. A live teve a participação de personalidades como Padre Kelmon, candidato à Presidência em 2022, e Sérgio Pina, pai de santo da cantora Anitta.

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Transmissão ocorreu no canal do YouTube TV Celular Flávio Bolsonaro. A live começou por volta das 15h e, em um dos seus blocos, reuniu representantes de diferentes religiões, com o tema "Atacar a Igreja é atacar uma instituição de apoio social e espiritual".

Pai de santo de Anitta está entre os convidados. Sérgio Pina (PSDB) também disputa uma vaga de deputado federal pelo Rio de Janeiro nestas eleições.

Pastor e reverendo anglicano também participaram. Estiveram na transmissão o pastor evangélico Ramon Lima e o reverendo Aldo Quintão, da Igreja Anglicana.

Padre Kelmon, candidato à Presidência em 2022, também foi anunciado. Ele não tem vínculo com a Igreja Católica Apostólica Romana, segundo nota divulgada pela CNBB (Confederação Nacional dos Bispos do Brasil). Hoje, ele se apresentou como representante da Igreja Ortodoxa.

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Padre Salathiel de Souza foi o único sacerdote católico do grupo. Ele pertence à diocese de Jundiaí (SP) e administra o site Portal Amém, em que publica reflexões.

Assunto ganhou as redes na quinta-feira (24). Publicações atribuíram a Flávio apoio a uma proposta para tirar de Nossa Senhora Aparecida o título de padroeira do Brasil. À noite, um comentário na GloboNews ampliou o alcance do tema. O canal depois pediu desculpas e corrigiu a informação.

Flávio nega ter apoiado a proposta. "É mentira que apoiei projeto para retirar Aparecida como padroeira do Brasil. Respeito todas as religiões".

TSE mandou plataformas apagarem as publicações. Na sexta-feira (25), o ministro André Mendonça, vice-presidente do tribunal, mandou Meta, X, TikTok e YouTube removerem milhares de publicações, numa decisão que chamou a história de "notoriamente inverídica".

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