Campanha de Marília Campos afirma que candidatura pode reunificar direita em torno de um candidato para combater "retorno do PT ao governo"

Belo Horizonte – A campanha da ex-prefeita de Contagem e pré-candidata ao Senado Marília Campos (PT) subiu o tom contra a estratégia de candidatura interna como um possível “desastre político” e teme que a medida acabe unificando os partidos de direita em torno de um único candidato.

“A candidatura de Marília ao governo é a volta da polarização, é o sonho da direita e da extrema direita mineira. A estratégia do PT Minas é, para dizer o mínimo, uma temeridade. No limite, será um desastre político”, afirmou o coordenador de pré-campanha, José Prata, por meio de nota.

A avaliação é que a escolha por um nome da sigla possa impulsionar a campanha à reeleição do governador Mateus Simões (PSD), que já conta com o apoio do pré-candidato a presidência Romeu Zema (Novo) e que é bem quisto pelo deputado federal Nikolas Ferreira (PL).