Imprensa desportiva britânica adianta que Michael Carrick pode ser despedido, já este fim de semana, em caso de desaire perante o Leeds United (o mesmo advers...

Michael Carrick corre sérios riscos de vir a ser demitido do comando técnico do Manchester United, cerca de nove meses depois de ter sido contratado para fazer face à demissão do treinador português Ruben Amorim (que, entretanto, viria a assumir o comando técnico do AC Milan).

De acordo com informações adiantadas, esta quinta-feira, pela rádio britânica talkSPORT, será o desfecho do encontro da sétima jornada da Premier League, ante o Leeds United, que tem apito inicial agendado para as 14h00 (hora de Portugal Continental) do próximo domingo, em Elland Road, que irá decidir o futuro imediato do ex-internacional inglês.

"Parece uma inevitabilidade que Michael Carrick se vá embora. Parece ser algo que ele não conseguirá evitar, a não ser que deem a volta àqueles resultados. Elland Road vai ser feroz, no domingo. O Leeds United odeia o Manchester United. Não gostariam de mais nada, em Elland Road, a não ser espetar esse punhal", afirmou o jornalista Adrian Durham.

"Tens de olhar para os jogadores, absolutamente, e tens de colocar a questão de se Michael Carrick será bom o suficiente para treinar o Manchester United. Vamos analisar isso, porque ele fez algumas alterações táticas que me espantaram por completo, e provaram estar por baixo", acrescentou.

A mesma publicação acrescenta que o Manchester United já terá mesmo três treinadores em vista para a sucessão de Michael Carrick, o primeiro dos quais, Fabian Hurzeler, um dos homens do momento, na Premier League, visto que colocou o Brighton na terceira posição, com 13 pontos em 18 possíveis, três deles conquistados... em Old Trafford.

Em cima da mesa estará, também, o nome de Julian Nagelsmann, que abandonou, no passado verão, o comando técnico da principal seleção da Alemanha, na sequência de um Campeonato do Mundo aquém das expetativas (foi eliminado pelo Paraguai, nos 16avos de final), e consequentemente substituído por Jurgen Klopp.

O terceiro e último timoneiro em vista é o italiano Antonio Conte, que também está livre, depois do 'adeus' ao Napoli (que viria a apostar em Massimiliano Allegri), e que conhece bem o futebol inglês, visto que já comandou o Chelsea (entre 2016 e 2018) e o Tottenham (entre 2021 e 2023).

Curiosamente, o adversário que poderá sentenciar o destino de Michael Carrick foi, precisamente, aquele que sentenciou o do seu antecessor, Ruben Amorim, no dia 4 de janeiro deste ano, também em Elland Road, quando o Manchester United não foi capaz de ir além de um empate a uma bola com o Leeds United.

Após o apito final, o treinador português perdeu as estribeiras e atirou: "á reparei que recebem informações seletivas sobre tudo. Vim para aqui para ser o 'manager' do Manchester United, não para ser o treinador do Manchester United. E isso é claro. Sei que o meu nome não é [Thomas] Tuchel, não é Conte, não é [José] Mourinho, mas sou o 'manager' do Manchester United".

Certo é que a vida do antigo internacional inglês está mais complicada do que nunca, sobretudo, depois da derrota sofrida, na passada terça-feira, no Riyadh Air Metropolitano, perante o Atlético de Madrid, a quarta ao cabo das nove partidas já realizadas desde o arranque da nova temporada desportiva de 2026/27.

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